quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Prefeitura e artistas democratizam a arte aos cuiabanos
















A arte do povo para o povo. Foi com esse ideal que em 1989 um grupo de artistas cuiabanos de nascimento e de coração decidiu espalhar sua arte pelas ruas de Cuiabá. O resultado foi impressionante. A cidade era o ateliê, os andaimes que outrora eram usados em construções, se transformaram em plataformas para que os muros fossem as telas. Tudo foi reutilizado de uma maneira inusitada, para que as pinturas emoldurassem a chamada “Cidade Verde”. Episódios da história do projeto Arte Pública que há mais de 20 anos faz parte da cultura de Cuiabá e que está sendo resgatado pela gestão do prefeito Wilson Santos.

Cultura que também está sendo transmitida na arte ao povo cuiabano, como explicou o idealizador do projeto, o artista plástico Gervani de Paula. “Nossa proposta inicial, na década de 80, era socializar o acesso à arte. Somos todos artistas com origem popular, eu sou do bairro Araés o Adir Sodré do Pedregal, enfim, quando resolvemos pintar nas ruas de Cuiabá foi uma forma de devolver ao povo e à cidade tudo o que ela nos deu, especialmente essa cultura maravilhosa”, pontuou.

Gervani detalha que o projeto está em sua terceira edição, mantendo os mesmos princípios e artistas, mas fazendo uma alusão à Copa do Mundo de 2014. "A primeira edição do projeto foi lançada em 1989, com apoio da iniciativa privada. Em 2002, tivemos o apoio do poder público municipal e agora em 2010 a Prefeitura de Cuiabá reativa o Arte Pública, atualizando e levando mais arte à sociedade cuiabana. Todos os artistas que compõem esse projeto só têm a agradecer essa oportunidade, valorizando os profissionais e democratizando a arte", ressaltou Gervani de Paula.

As pinturas estão no tradicional muro de arrimo localizado na Avenida Miguel Sutil, onde as telas antigas foram contextualizadas com os motivos da Copa, exceto a de alguns artistas que já não moram mais em Cuiabá ou que já faleceram, como é o caso de Maurílio Barcelos, que teve sua pintura original mantida e restaurada, recebendo apenas alguns novos elementos como bolas de futebol e a inscrição do ano de 2014, ano da Copa.

Gervani também observa que outros pontos da cidade estão servindo como tela para os artistas, como os viadutos da Avenida do CPA, o muro da igreja Bom Despacho, além de pinturas na rodoviária da cidade, escola Liceu Cuiabano, dentre outros pontos. "Tivemos a preocupação de distribuir nossa arte em vários pontos de Cuiabá, para que todas as pessoas possam ter acesso a ela", afirmou. O artista lembra que o projeto também já foi levado aos ônibus de Cuiabá, dando movimento à arte de rua dos cuiabanos.

Entre os artistas que mudaram o cenário de Cuiabá, estão: Gervani de Paula, Adil Sodré, Dalva de Barros, Regina Pena, João Sebastião, Maty Vitart, Jonas Barros, Alcides Pereira dos Santos, Carlos Lopes, Sebastião Silva, Nilson Pimenta, Aleixo Cortex, Maurílio Barcelos e Antônio Pereira da Silva (Sitó).


Secom/Cuiabá - Raoni Ricci

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Guarda Municipal vai garantir a segurança de escolas e creches de Cuiabá


O prefeito Wilson Santos deu um importante passo para a implantação definitiva da Guarda Municipal (GM) em Cuiabá. Na manhã de hoje (08-05), no Sest Senac, Wilson deu a largada para o último processo de preparação dos futuros guardas municipais, que após serem selecionados via concurso público estão sendo capacitados para atuarem na Capital de Mato Grosso.

“Hoje é um dia muito especial para mim. Estou cumprindo mais uma promessa que fiz aos cuiabanos, implantando a Guarda Municipal, que vai garantir mais segurança à nossa população, que convive com a violência urbana todos os dias”, observou o prefeito de Cuiabá.

Wilson Santos explicou que a GM deve ser colocada oficialmente nas ruas a partir do dia 1º de Março deste ano, inicialmente atendendo as escolas e creches da região Sul da cidade.

“Nas eleições de 2004, quando começamos a estudar esse projeto, eu sabia que poderia colocar a GM para proteger o patrimônio público, as estruturas físicas da Prefeitura. Porém, meu projeto era outro. Vamos iniciar esse trabalho na rede municipal de ensino, onde nossas crianças estão tendo a oportunidade de construir um futuro melhor”, disse.

O prefeito pontuou que Cuiabá, assim como quase todas as cidades mato-grossenses, precisa conviver diariamente com os problemas da violência, que tem como o carro chefe o tráfico de drogas.

“Escolhi começar pelas escolas por uma necessidade urgente. A violência está em todos os cantos da cidade. Entretanto, não podemos deixar que nossas crianças sejam reféns de traficantes, que atuam na porta das escolas. Nossa Guarda Municipal vai trabalhar para garantir a segurança dos nossos estudantes, defendendo e protegendo o futuro desta cidade, deste estado e deste país”, afirmou Wilson Santos.

Raoni Ricci - Assessoria - PMC

Multa por dirigir com CNH vencida é de R$ 950,00


A cada cinco anos a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) deve ser renovada. Muita gente, por desatenção, acaba percebendo que está com o documento vencido, somente quando abordada pela autoridade policial e já é tarde demais. A multa é certa e pesada, R$ 950,00. Para evitar aborrecimentos e prejuízos financeiros, fique de olho na data de validade da CNH e procure o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) para renovar, com pelo menos um mês de antecedência. Assim você evita transtornos e não corre o risco de circular por ai com o documento vencido. Para renovar a CNH é muito simples.

Basta procurar uma unidade do Detran em sua cidade, munido de documentos pessoais e um comprovante de endereço para atualizar os dados. Não é necessário procurar despachantes ou auto-escolas. O interessado pode se dirigir diretamente ao Detran. O condutor deve pagar uma taxa de R$ 80,00 para confecção da CNH, R$ 54,00 para o exame médico.

Os condutores que tiraram a primeira habilitação antes de 1998 terão que passar pelo Curso de Atualização de Direção Defensiva e Primeiros Socorros ou, se preferir, podem optar por fazer uma prova escrita. Para fazer o curso, basta procurar um Centro de Formação de Condutores (CFC). Para quem optar por prova escrita a taxa é de R$ 20,00. Caso o condutor exerça atividade remunerada, como transporte de cargas ou passageiros, por exemplo, deve passar por avaliação psicológica. A taxa é de R$ 70,00.

Vale ressaltar que as únicas taxas cobradas pelo Detran são as de prova escrita e confecção da CNH. As demais são taxas de serviços arrecadadas por médicos e psicólogos credenciados.

Nas unidades do Detran das cidades de Cuiabá, Cáceres, Sinop, Tangará da Serra, Rondonópolis e Barra do Garças, não é necessário levar fotografia. As fotos são tiradas no local. Nas demais localidades é preciso que o condutor leve uma foto 3x4 de boa qualidade. Depois disso basta dar entrada no processo de confecção e aguardar por até cinco dias úteis. Vale lembrar que a CNH é válida ainda por 30 dias após a data de vencimento, passado o prazo, pode ser apreendida pela autoridade de trânsito.
Fonte: Detran/MT (André Michells)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Renovação da CNH

Em cumprimento à Resolução 168, os condutores que tiraram sua Primeira Habilitação com data inferior ao ano de 1998, terão de passar pelo Curso de Atualização.

Para regularizar sua situação os condutores podem escolher uma das modalidades abaixo:

PRESENCIAL INTEGRAL: para os condutores que optarem em realizar integralmente (Direção Defensiva - 10horas/aula e Primeiros Socorros 5horas/aula) o curso em um CFC-A. Ressalta-se que após a conclusão do Curso será necessária a realização de um teste teórico com questões referentes às matérias do curso e sem nenhum custo adicional ao usuário. Lembrando que caso o condutor falte no dia do teste ou venha a reprovar terá que pagar a taxa de reteste e aguardar 5 dias para um novo agendamento.


PRESENCIAL PARCIAL: para o condutor que optar em fazer somente uma das matérias em um CFC-A , a outra ele pode estar fazendo aproveitamento de Curso já realizado anteriormente; é o caso de profissionais da saúde, por exemplo, que já tenham realizado a matéria de Primeiros Socorros (para tanto deverá apresentar um certificado de conclusão do Curso que conste a carga horária da matéria a ser aproveitada).


APROVEITAMENTO DE ESTUDOS: para o caso dos condutores que tenham realizado o Curso anteriormente. É o caso dos condutores que tenham cursos Especiais (MOPP, Transporte de Escolares, Transporte Coletivo de Passageiros, etc.), para tanto será necessário apresentar um Certificado que conste a carga horária da matéria a ser aproveitada, lembrando que são necessárias um mínimo de 10h/aula para Direção Defensiva e um mínimo de 5h/(aula para Primeiros Socorros).


AUTODIDATA: para os condutores que optarem em estudar de forma autodidata, lembrando que o mesmo deverá realizar o teste teórico com questões referentes a matéria estudada.

1º PASSO

Fornecer informações pessoais para preenchimento do documento RENACH.

Fornecer obrigatoriamente cópias da Carteira de Identidade comprovante de residência e CPF.

Se a habilitação estiver vencida mais de 30 dias não será necessária a sua cópia, pois a CNH será juntada ao processo.

Nos locais abaixo listados, não há a necessidade de trazer fotos, tira-se uma foto digital gratuita.

Sede Detran/MT - Cuiabá

CIRETRAN de Várzea Grande

Ganha Tempo - Centro Cuiabá

Shopping Goiabeiras - Cuiabá

Galeria Itália Center - Cuiabá

CIRETRAN de SINOP

CIRETRAN de Tangará da Serra

CIRETRAN de Rondonópolis

CIRETRAN de Cáceres

CIRETRAN de Barra do Garças

Nos demais locais, trazer uma foto colorida (3x4) de boa qualidade.


2º PASSO

Dirigir-se a um dos guichês de atendimento para a emissão do RENACH e da Taxa de RENOVAÇÃO.

Paga-se a taxa no caixa do Banco. Para pagamentos com cheques, serão necessários até 10 dias úteis para que o mesmo seja arrecadado em nosso sistema.


OBS: Você pode iniciar o processo pessoalmente ou delegar este serviço a um CFC escolhido por você.


3º PASSO

Na Sede (Capital): dirigir-se ao bloco de Exames Médicos e realizar o exame necessário para seu processo, a tarifa do exame é paga no mesmo bloco.

Para os demais locais: informar-se com o atendente onde deverá ser realizado o exame.

Para os condutores que pretendem exercer atividade remunerada será necessária a realização da Avaliação Psicológica. Caso não queira exercer atividade remunerada será necessário preencher uma declaração que pode ser adquirida com um de nossos atendentes.


OBS: Caso haja a necessidade do seu exame médico ser realizado por uma junta médica, o valor cobrado será de R$ 58,00.


4º PASSO

Depois de realizado o Exame Médico, o usuário deverá retornar ao Setor de Habilitação ou à CIRETRAN do seu município para protocolar o processo e dar entrada na confecção da nova CNH.


5º PASSO

Depois de realizado o Exame Médico, o usuário deverá retornar ao Setor de Habilitação para protocolar o processo e dar entrada na confecção da nova CNH.


INFORMAÇÕES

Se preferir, você pode contratar uma Auto-Escola para auxiliar no processo de renovação de sua carteira de habilitação.

No momento da renovação da carteira de motorista deve-se observar a data do vencimento dos exames, pois há um prazo de 30 dias para que seja renovada, após este período a carteira será retida.

Fonte: Detran/MT

Licenciamento e IPVA - Fique ligado

Tabela Licenciamento

Final Data

1 31/Janeiro
2 29/Fevereiro
3 31/Março
4 30/Abril
5 31/Maio
6 30/Junho
7 31/Julho
8 31/Agosto
9 30/Setembro
0 31/Outubro



Calendário para recolhimento do IPVA

Recolhimento em Cota Única Desc. de 5%

Final 1 Até 28.01.2010
Final 2 e 3 Até 25.02.2010
Final 4 e 5 Até 30.03.2010
Final 6 e 7 Até 29.04.2010
Final 8 e 9 Até 28.05.2010
Final 0 Até 29.06.2010

BURACOS, SINALIZAÇÃO E IMPRUDÊNCIA SÃO VILÕES DO TRÂNSITO

Uma pesquisa encomendada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), nas sete maiores cidades do estado, apontou vias públicas, sinalização e imprudência como sendo os maiores “vilões” do trânsito. O Instituto Voice, de Cuiabá, ouviu 1,2 mil pessoas.

A amostra foi distribuída de forma proporcional com a população de cada município concentrando-se em Cuiabá 53,3% dos entrevistados. O número de entrevistas representa um universo de 855 mil pessoas, com idade igual ou superior a 18 anos, com habilitação e propriedade de veículo.

Sobre as vias públicas, 48,3% consideraram ruins ou péssimas. A sinalização teve avaliação negativa de 43,2% e a imprudência, ficou com 39%. Na percepção dos entrevistados, somados, os três itens, são os grandes responsáveis pelos problemas do trânsito e precisam de melhorias. Para 49,8% dos entrevistados o trânsito nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Tangará da Serra, Barra do Garças e Cáceres é ruim ou péssimo. Em contrapartida 84% aprovam o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Já sobre a atuação do Detran, a aprovação também é grande, 81%.

Em relação ao gênero, 61,5% são homens . A faixa de idade predominante 25 a 59 anos. 45,8% dos entrevistados possuem e ensino médio. 25,4% são graduandos ou graduados. A renda familiar de 30,7% é de dois a quatro salários mínimos. 61,3% dos entrevistados possuem renda familiar acima de quatro salários mínimos. A margem de erro da pesquisa é de 2,8%. Os dados foram coletados no período de 27 de novembro a 2 de dezembro de 2009.

Fonte: Detran/MT

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Os três artigos da Lei do mais forte no trânsito

A LEI DO MAIS FORTE E O DESEJO DE MUDANÇA


E. J. Daros


A melhor forma de se conhecer um povo é observando e analisando seu comportamento no dia-a-dia, principalmente em situações de conflito. A partir da observação empírica, procura-se descobrir as regras de convivência social e a hierarquia dos valores sobre a qual se estrutura a personalidade e o comportamento dos indivíduos.


Importante, também, é se conhecer o grau de esquizofrenia prevalecente na sociedade. Para isso nada melhor do que comparar a realidade vivida e sentida por meio da observação empírica, com as leis, regulamentos e valores constantes de textos escritos.


Faz muito tempo que observo, com a máxima atenção, e o mais profundamente possível, nosso comportamento, isto é, meu comportamento e o das pessoas com quem me relaciono no dia-a-dia. Por razões de trabalho, tenho tido a oportunidade de conhecer pessoas de todas as regiões do País e de diferentes camadas sociais. Mais recentemente, na condição de fundador e presidente da Associação Brasileira de Pedestres–Abraspe, passei a pesquisar as causas mais remotas da chamada violência no trânsito.


Depois de muito pensar e observar cheguei à LEI DO MAIS FORTE. A importância dessa Lei já é conhecida pelo povo brasileiro desde tempos remotos. Ela está na raiz e na origem de nossa cultura. Todas as outras leis e regulamentos são-lhe hierarquicamente inferiores. Na realidade, a Lei do Mais Forte está inserida na Constituição Invisível que rege soberanamente nossas relações sociais. São três artigos que devem ser analisados e bem entendidos pelos cidadãos para não sofrerem as conseqüências de sua desobediência.


Artº 1º: Nas soluções de conflito entre pessoas e grupos prevalecem os interesses do mais forte;


Artº 2º: Os direitos do mais fraco podem ser exercidos desde que não prejudiquem os interesses do mais forte;


Artº 3º: O mais fraco deve tomar rapidamente consciência de sua situação, a fim de evitar conflitos que possam obrigar o mais forte ao uso da violência física ou psicológica no cumprimento do Art.º 1º.


Ao ler esses três artigos da Constituição Invisível de nosso povo, há uma tendência de se estereotipar a sociedade em duas classes: os opressores e os oprimidos; e com isso, perde-se a visão objetiva da realidade, em que os papéis de forte e de fraco se alternam num mesmo indivíduo. É óbvio que certas pessoas, normalmente pertencentes às classes sociais de renda baixa, representam mais freqüentemente o papel de fraco e, as de renda mais alta, o papel de forte. Porém, certos tipos de relacionamento, dentro da mesma classe social e, em muitos casos, no seio da própria família, demonstram, claramente, que a Lei do Mais Forte se aplica a todos os cidadãos, independentemente da classe a que pertencem.


Os liberais, os humanistas, as feministas, os democratas, e outros que insistem em certas teses igualitárias acabam gerando leis e regulamentos “inconstitucionais”. Em decorrência disso ficam nas prateleiras, pouco ou nada influindo sobre a nossa realidade.


Os conflitos gerados no trânsito e a forma de solucioná-los são um bom exemplo para demonstrar a validade da Lei do Mais Forte.


Antes de apresentar dois exemplos de aplicação dessa Lei é importante não esquecer que as outras leis e regulamentos são-lhe hierarquicamente inferiores. Por conseguinte, o cidadão comum encara os regulamentos de trânsito como uma simples proposta de solução de conflitos, e não como regras a serem obedecidas em qualquer hipótese. Elas são respeitadas, portanto, quando convém ao mais forte. Os exemplos a seguir ilustram bem essa situação.


Sinalização de Pedestres


Ela é respeitada pelo motorista quando há risco de se chocar com outros veículos (cruzamentos) ou quando a massa de pedestres é muito grande, gerando um equilíbrio de forças. Se o volume de pedestres for exageradamente grande, de fraco, passa a forte, invadindo a via pública, em detrimento da circulação dos veículos.


No caso de São Paulo os veículos param nos cruzamentos (risco de batida!) , porém em cima das faixas de pedestres (quando o volume de pedestres é pequeno) , porque o semáforo fica depois do cruzamento e nessa condição podem ver a troca de sinal. No Rio de Janeiro, os motoristas não param em cima da faixa de pedestres, porque o semáforo fica antes do cruzamento e se nela estacionassem perderiam a visão da troca de sinal (risco de batida).


Consequentemente, é o medo de bater em outro veículo que faz o motorista parar nos cruzamentos, e não o respeito ao pedestre.


Fora dos cruzamentos, a sinalização de pedestres é normalmente desrespeitada. Nesses casos, os atropelamentos não acontecem com mais freqüência em razão da aplicação dos artigos 2º e 3º da Lei do Mais Forte.


Quando o motorista acena para o pedestre amedrontado cruzar a rua, ele está pondo em prática o artigo 2º, que reza: “Os direitos do mais fraco (no caso o pedestre) podem ser exercidos desde que não prejudiquem os interesses do mais forte (no caso o motorista)”. Seja porque não está com pressa, ou porque deseja ser bondoso, há muitos casos de motoristas que acenam aos pedestres nesses cruzamentos, permitindo-lhes exercer os direitos previstos nos regulamentos de trânsito.



Quando os pedestres esperam que todos os carros apressados passem e aguardam que os demais parem, para depois iniciar a travessia, mesmo que o sinal lhe autorize a fazê-lo antes, eles estão sabiamente aplicando o artigo 3º, que diz:


“O mais fraco (no caso o pedestre) deve tomar rapidamente consciência de sua situação a fim de evitar conflitos que possam obrigar o mais forte (no caso o motorista) ao uso da violência física ou psicológica no cumprimento do artigo 1º .


Trânsito nas Rodovias



Na estrada, a hierarquia de poder é bem definida: caminhões e ônibus, de um lado, e automóveis, do outro. Normalmente, o motorista de automóvel inteligente, após dar sinal de luz e buzinar, aceita eventuais obstruções de caminhões e ônibus ( Art.º 3º ) e aguarda a aquiescência para completar a passagem ( Art.º 2º ) .


Acredito que os dois exemplos acima sirvam para ilustrar a universalidade da Lei do Mais Forte no trânsito de nosso país. Como substituí-la, então, por leis e regras de uma sociedade democrática, igualitária e mais humana?


Há dois caminhos: o primeiro, o mais fácil de ser trilhado, é inundar a Nação de textos humanistas, democráticos e igualitários; o segundo, extremamente difícil e doloroso, é reconhecer nossa condição pessoal (não a dos outros!) de antidemocrata, e, porque não, anticristã, e de cultor anônimo da Lei do Mais Forte.


A Constituição visível é mais fácil de mudar que a invisível. O exorcismo de nossos males através de bodes expiatórios nos afasta da visão deprimente de nossos próprios valores e comportamento. A violência no trânsito, a corrupção desenfreada, a desonestidade profissional, a poluição, a estruturação de nossa economia com base em monopólios, os abusos de poder e tantos outros males que nos afetam são gerados por nós, cada um contribuindo com sua parcela.


Como no trânsito pouco ou nada mudou, e nele se expressam os valores e o comportamento da população que também estão presentes em todas as outras relações fora do trânsito, o nosso país continua o mesmo.


Uma outra forma de fugir à mudança real é atribuir ao Estado a responsabilidade pela mudança. E não faltam falsos líderes, sequiosos de poder, para assumir essa responsabilidade, mesmo sabendo que não têm condições de desempenhá-la.


Será que está na hora de mudar mesmo? E acabar com os falsos líderes que a título de pensamento positivo só elogiam as qualidades do povo brasileiro, para em seguida explorá-lo, aplicando-lhe a Lei do Mais Forte?


F I M



Nota: Artigo Publicado em Idéias em Debate em O Estado de S. Paulo de 16/03/85

sábado, 23 de janeiro de 2010

Governo faz maior entrega de máquinas pesadas da história

Está confirmada para o dia 1º de fevereiro a entrega dos 705 equipamentos para manutenção de rodovias a todos os 141 prefeitos de Mato Grosso. Os caminhões, pás carregadeiras, escavadeiras e motoniveladoras foram adquiridas pelo Governo do Estado por meio de um financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 241 milhões, não constando a participação de recursos oriundos por meio de emendas parlamentares. A data da entrega foi escolhida tendo em vista que as empresas vencedoras da licitação possuem até o dia 30 de janeiro para finalizar o fornecimento dos maquinários.

Os recursos foram pelo governo contratados junto ao BNDES/Finame, um fundo para aquisição de máquinas e/ou equipamentos novos de fabricação nacional. As aquisições são assim de propriedade do Governo do Estado e fazem parte da garantia do financiamento.

“Nós estamos autorizando a todos os gestores que utilizem os equipamentos e garantam assim uma melhor qualidade de vida à população. O prefeito precisa deste apoio para poder agir de forma rápida. Esta é a primeira vez que um Governo do Estado faz uma entrega de máquinas pesadas a todos os municípios”, pontua o secretário de Fazenda, Eder Moraes.

O secretário ressalta que tal operação de crédito não era possível ser realizada antes de 2009 devido ao total comprometimento da receita do Estado por dívidas deixadas por gestões anteriores. “Nós aumentamos a arrecadação diminuindo a carga tributária, não permitimos que o custeio do Estado crescesse e pagamos as dívidas dos outros governos rigorosamente em dia, e mesmo quitamos antecipadamente algumas. Estes fatores fizeram com que Mato Grosso pudesse novamente buscar recursos, com a vantagem de ter uma imagem consolidada de bom pagador e conseguir assim melhores taxas de juros e prazo mais alongado”, enfatiza Moraes.

O financiamento junto ao BNDES será quitado em 20 anos. No geral, são 408 caminhões e 297 máquinas do tipo pá carregadeira, escavadeira hidráulica e motoniveladora. Cidades de pequeno porte devem ser contempladas com quatro máquinas e as maiores com 10. Os 15 consórcios intermunicipais receberão três patrulhas.

DÍVIDAS PAGAS

Em 2009 a Secretaria de Fazenda quitou a última parcela do contrato firmado com o Instituto San Paolo di Torino em novembro de 1997 para financiamento de obras e serviços do Programa de Perenização de Travessias (pontes), dentre elas a ponte Sérgio Motta, que liga Cuiabá a Várzea Grande. Para quitar o empréstimo, o Governo do Estado desembolsou US$ 73,3 milhões, sendo US$ 55,4 milhões com amortização e US$ 17,9 milhões com juros, o equivalente a R$ 182,5 milhões.

Também em 2009 o governo terminou o pagamento de R$ 22,1 milhões emprestados em 1999 junto à União para o ressarcimento das perdas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Do total, somente na gestão do governador Blairo Maggi, foram pagos R$ 18,4 milhões.

Além de várias outras dívidas pagas, o Governo Blairo Maggi renegociou o parcelamento de débitos provenientes das entidades da administração indireta estadual junto à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), nos moldes da Lei nº 11.941/2009. O resultado foi a redução de praticamente R$ 400 milhões de dívidas, de um montante de R$ 664 milhões, ou seja, 60%.

As dívidas são da Companhia de Saneamento do Estado (Sanemat), Centro de Processamento de Dados (Cepromat), Companhia Mato-Grossense de Mineração (Metamat), Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e Instituto de Metrologia e Qualidade de Mato Grosso (Imeq).
Fonte: Detran/MT

Veículos novos vão sair com alterações

Os veículos novos, quando do primeiro registro e emplacamento, já estão saindo com as alterações. Quantos aos usados, inicia-se o processo após a entrada do mesmo em qualquer unidade de atendimento do Detran para renovação de documentação. Será emitido um extrato com características do veículo e informações de proprietário atual, data atual e número do processo para trâmite de envio para qualquer unidade informatizada do Detran.

O lacre eletrônico possui a cor translúcida laranja que torna possível a visualização do mecanismo interno de travamento para verificação de fraude. Este, apresenta uma numeração em alto relevo e em código de barras que abrange um sequencial de 10 dígitos seguidos da sigla MT, moldada no momento de sua injeção em conformidade com a portaria 272/2007/Denatran, e terá sua aplicação registrada em sistema de controle informatizado próprio, de forma a fazer constar o número do lacre utilizado no cadastro do veículo e no Certificado de Registro e Licenciamento do Veiculo.

A placa traseira será lacrada, juntamente com a tarjeta, mediante utilização de lacre numerado sequencialmente. Os lacres não utilizados e os não aproveitados serão devolvidos ao órgão executivo estadual de trânsito para fins de inutilização.

A Gazeta

Veículos vão ter novo dispositivo - Lacre eletrônico

Meta do Detran é que até final deste ano toda frota de Mato Grosso já esteja totalmente regularizada

Até o final deste ano, todos os veículos que circulam em Mato Grosso já devem estar com o lacre eletrônico, também chamado de lacre rastreado, instalados. De acordo com o presidente do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran/MT), Teodoro Moreira Lopes, a finalidade é dar mais segurança aos condutores e evitar os chamados veículos doublet (com números do chassi e do motor adulterados).

A portaria com todas as normas foi publicada no Diário Oficial do Estado que circulou ontem.

O presidente explica que o novo sistema tem um moderno dispositivo que, aliado ao cadastramento informatizado, passa a assegurar que as placas cumpram o seu objeto maior de identificar a frota circular, com procedimentos de produção e lacração das placas de maneira que dificulte ao máximo qualquer tipo de fraude, colocando fim a uma série de práticas criminosas. Assim, crimes como roubo de veículos, clones de placas, desmanches e desvio de carros para as fronteiras se tornarão praticamente impossíveis. Será também um instrumento para desarticulação das máfias que envolvem setores de emplacamento de veículos.

A obrigatoriedade de utilização por parte dos Departamentos de Trânsito (Detrans), de lacres rastreáveis no emplacamento e lacração de todos os veículos, se deu a partir de uma resolução tomada no ano passado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

A prática já deveria estar em vigor, mas foi adiada a pedido da Associação Nacional dos Detrans, propiciando não só o tempo necessário à adequação em cada Estado, como a preparação de empresas para atendimento. Todas devem estar certificadas pelo Denatran, através de portarias de certificação e homologação.

A implantação de dispositivo de segurança nos veículos e na sua documentação deverá ser procedida depois de uma vistoria do mesmo, para verificação das condições de segurança, autenticidade de identificação, legitimidade de propriedade e atualização de dados.

A Gazeta

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Prefeitura vai realizar concurso para agentes de trânsito



Trânsito e Transportes Urbanos
Prefeitura vai realizar concurso para agentes de trânsito
18/01/2010 - 19:08
João Carlos Queiroz
Secom/Cuiabá


Foto:Walter Machado
Na cerimônia de assinatura da Lei Complementar 0205, de 30.12.2009, hoje (18-01), o secretário Edivá Alves (SMTU) anunciou que a Prefeitura prepara edital para instituir concurso público voltado à área de Agentes de Trânsito: "Dispomos hoje de apenas 74 agentes para cobrir toda a Capital. A seleção prevê um agente para cada mil veículos. Portanto, de abril em diante, a meta do Município é contar com algo em torno de 140 agentes de trânsito, o que vai favorecer a área de fiscalização".


Sobre a sanção da lei, Edivá Alves entende que a proposta, passível de adequações, é trazer maior fluidez ao trânsito complicado que Cuiabá registra em todos os horários. "Toda mudança é complicada e precisa de ser ajustada, para se chegar a bom temo do que tínhamos em mente. Essa que o prefeito sanciona hoje não deixa de ser mais um dos preparativos à Copa 2014, com franco legado positivo à Capital mato-grossense".


Alves detalhou que vários aspectos do projeto vão ser testados cotidianamente no período de adequação. "O fluxo enorme de caminhões, mais pás-carregadeiras e outros tipos de veículos de serviço, realmente engavetam o trânsito. A aplicação da lei se dará de forma enérgica, mas condizente com a realidade a ser observada atentamente. É isso que a lei estabelece: horários, pontos para circulação, cargas e descarga. Outros casos, a exemplo das cargas excepcionais (lixo, concreto) constam igualmente desta análise. A Prefeitura não quer prejudicar ninguém, mas fazer o trânsito fluir com a normalidade desejada por todos. Do jeito que se encontra só causa stress geral".


Criação do Cargo de Agente Municipal Operador de Trânsito



Novo cargo no organograma da prefeitura.

Governos priorizam sistema de trânsito


Pelo menos três obras de mobilidade urbana voltadas à realização da Copa do Mundo de 2014 em Mato Grosso foram garantidas com a assinatura da Matriz de Responsabilidade com o governo Federal, que prevê investimentos de R$ 460 milhões para o Estado. Trata-se de dois corredores de transporte coletivo – um do CPA, em Cuiabá, ao Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, e outro do Coxipó ao centro de Cuiabá – e um corredor viário – da rodovia Mário Andreazza, em Várzea Grande, à Avenida Ciríaco Cândia, em Cuiabá. São as primeiras obras a saírem do papel de um conjunto de dezenas de exigências da FIFA para as cidades que sediarão o evento futebolístico. Obras que, desde já, despertam curiosidade e esperança de melhorias no trânsito que só vem piorando com o passar dos anos.

Em cerimônia, em Brasília, na última quarta, assinaram o documento o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governador Blairo Maggi (PR) e o prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB). O recurso para Mato grosso será proveniente de financiamentos da Caixa Econômica Federal (CEF). Também estiveram presentes para selar o início dos projetos o prefeito interino de Várzea Grande, Tião da Zaeli (PR), e o presidente da Agecopa, Adilton Sachetti.

As obras contempladas fazem parte de uma lista de dez corredores viários e de transporte, necessários à facilitação do acesso aos serviços básicos da capital e aos locais em que serão realizados os jogos da Copa. Os projetos de mobilidade urbana abrangem, também, equipamentos de integração do transporte coletivo e corredores viários. Isso significa que vias de ligação entre pólos geradores de viagens, similares aos terminais de integração, porém, com aparato mais moderno, serão construídos. Eles foram enumerados por ordem de prioridade e poderão ser colocados em prática conforme a demanda de captação de recursos pelo Estado.

O primeiro corredor estrutural a ser construído, o BRT ‘CPA-Aeroporto’, foi orçado em R$ 307,6 milhões e irá estabelecer a principal ligação de transporte coletivo e viário entre o aeroporto, a área central de Cuiabá, a região hoteleira e o Centro Político Administrativo. É também o principal eixo de demanda de viagens entre Várzea Grande e Cuiabá e entre a região Nordeste de Cuiabá com o centro da cidade, que possui a maior concentração da população. Para a efetivação da obra, são previstos gastos de mais R$ 5 milhões com desapropriação de áreas.

A segunda obra a ser executada, a BRT ‘Coxipó-Centro’, prevê um orçamento de R$ 132,3 milhões e estabelece uma ligação importante de transporte coletivo da região Sudeste de Cuiabá - com elevada população - com área central, que fará conexão com o BRT ‘CPA-Aeroporto’. A ligação dos dois corredores facilitará o acesso aos hospitais, hotéis e ao futuro centro de treinamento para os jogos, localizado na MT-456, conhecida Rodovia dos Imigrantes. Nesta obra, outros R$ 15 milhões estão reservados para o pagamento de indenizações por desapropriação de áreas.

O corredor viário, denominado corredor ‘Mário Andreaza – Ciríaco Cândia’, irá interligar as rodovias BR-163, BR-364 e BR-070 com Várzea Grande e Cuiabá. Ele será de fundamental importância para a ligação direta com o novo estádio Verdão, com o Centro de Treinamento e com o Corredor da Miguel Sutil, oferecendo acesso a toda região. O corredor da Miguel Sutil é a próxima obra a ser executada, em caso de captação de novo recurso.

O início da interferência no cenário urbano da Capital e de Várzea Grande está previsto para iniciar entre dezembro deste ano e março do ano que vem. A previsão de conclusão é dezembro de 2011. Embora considerem a necessidade de desapropriação de alguns locais e tenham reservado recursos para o pagamento de indenizações, ainda não foram divulgados os locais que serão desapropriados. Apesar disso, o cronograma de execução prevê para junho deste ano o início das desapropriações.



FONTE: Diário de Cuiabá

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Projeto do Novo Verdão para a Copa de 2014

O Plano Diretor na recém criada Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá ainda não foi fechado, porém já existem projetos e intervenções que serão realizados no prazo de 56 meses a contar de Junho de 2009. Grandes obras, já necessárias há algum tempo, serão executadas e implantadas nos municípios da RMVC e seu entorno metropolitano, principalmente no que condiz a mobilidade urbana e transporte público, segurança, saúde e lazer.


O NOVO ESTÁDIO VERDÃO


- Custo estimado - R$ 420 milhões


- Conclusão – Dezembro de 2012, para a realização da Copa das Confederações


- Estacionamento para 15 mil vagas


O novo projeto do estádio Verdão, agora definitivo, prevê a construção de um estádio simples e funcional. A obra que será erguida ao lado do ginásio Aecim Tocantins, contará com um amplo complexo para visitação durante toda a semana. Parte das arquibancadas poderão ser desmontadas para que a arena ganhe mais espaço físico provisório. A obra deve ter início em janeiro de 2010.


Ao falar do novo projeto, o presidente do Comitê Pró-Copa no Pantanal, Yuri Jorge Bastos disse que a nova arena, com projeto criado pela empresa de arquitetura GCP Arquitetos de São Paulo vai comportar 42,5 mil pessoas sentadas e acomodadas para os jogos do Mundial de 2014. O projeto prevendo um estádio aberto e bem ventilado, é muito diferente do elaborado pelo arquiteto Castro e Mello (o que foi apresentado à Fifa este ano).


O estádio será de múltiplo uso, para que, depois do evento, possa ser utilizado como centro de convenções, palco para shows, feiras, entre outros. A arquitetura sofreu alterações, ficou mais moderna e com estilo europeu. As divisões serão modulares e as arquibancadas poderão ser retiradas quando se fizer necessário, uma vez que serão de blocos pré-moldados.


As mudanças foram apara aperfeiçoar o projeto, que ficou mais versátil, simples e barato. Os materiais de insumo poderão ser adquiridos em Mato Grosso, pois nada será importado. Buscamos adequar a questão ambiental, econômica e sustentável. Um projeto arrojado com arquitetura moderna que, depois do evento, irá atender a sociedade mato-grossense.

Fonte: Pref. Municipal de Cuiabá

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

PESQUISA: IMPRUDÊNCIA, SINALIZAÇÃO E ESTRUTURA DE VIAS SÃO OS VILÕES DO TRÂNSITO NAS MAIORES CIDADES

Uma pesquisa encomendada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), nas sete maiores cidades do estado, apontou vias públicas, sinalização e imprudência como sendo os maiores “vilões” do trânsito. O Instituto Voice, de Cuiabá, ouviu 1,2 mil pessoas.

A amostra foi distribuída de forma proporcional com a população de cada município concentrando-se em Cuiabá 53,3% dos entrevistados. O número de entrevistas representa um universo de 855 mil pessoas, com idade igual ou superior a 18 anos, com habilitação propriedade de veículo.

Sobre as vias públicas, 48,3% consideraram ruins ou péssimas. A sinalização teve avaliação negativa de 43,2% e a imprudência, ficou com 39%. Na percepção dos entrevistados, somados os três itens são os grandes responsáveis pelos problemas do trânsito e precisam de melhorias. Para 49,8% dos entrevistados o trânsito nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Tangará da Serra, Barra do Garças e Cáceres é ruim ou péssimo. Em contrapartida 84% aprovam o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Já sobre a atuação do Detran, a aprovação também é grande, 81%.

Em relação ao gênero, 61,5% são homens . A faixa de idade predominante 25 a 59 anos. 45,8% dos entrevistados possuem e ensino médio. 25,4% são graduandos ou graduados. A renda familiar de 30,7% é de dois a quatro salários mínimos. 61,3% dos entrevistados possuem renda familiar acima de quatro salários mínimos. A margem de erro da pesquisa é de 2,8%. Os dados foram coletados no período de 27 de novembro a 2 de dezembro de 2009.

Fonte: Detran

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Fortes anuncia R$ 8,6 bi para PAC da Mobilidade Urbana

O ministro Márcio Fortes, das Cidades, segundo apurou o Olhar Direto, vai anunciar amanhã o lançamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Infraestrutura e da Mobilidade Urbano, que prevê obras na capitais das subsedes da Copa do Mundo de 2014. No total serão disponibilizados R$ 8,6 bi para os 12 municípios aprovados como sedes do campeonato mundial de futebol.

Para desespero de algumas capitais, como Cuiabá, cuja capacidade de endividamento é muito baixa, os R$ 8,6 bilhões serão disponibilizados através de financiamentos bancários via Caixa Econômica Federal (CEF).

Os recursos só poderão ser utilizados para para obras de acessibilidade urbana, tais como alargamentos e duplicação de avenidas e vias de acessos, trem de superfície ou veículo leve sobre trilhos (VLT) e obras de acesso (drenagem, pavimentação etc).

O volume é considerado baixo, porque só Cuiabá vai precisa de um montante que varia entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões, segundo informou o diretor Interinstitucional da Agecopa (Agência Executora de Projetos da Copa do Mundo de 2014), Agripino Bonilha Filho, por telefone.

A despeito da baixa capacidade de endividamento de Cuiabá e de Mato Grosso, os recursos federais, orçamentários ou bancários, serão fundamentais para que a capital mato-grossense seja confirmada como uma das 12 subsedes da Copa de 2014.

Conscientes dessa dificuldade de acesso a linhas de financiamento bancário, o governador Blairo Maggi e o prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), deverão fazer ingerências políticas junto a Fortes e ao presidente Lula no sentido de obter concessões especiais o financiamento público.

Fonte: site Olhar Direto

Temporizador em semáforo com radar poderá ser obrigatório

Para Manato, contagem regressiva nos semáforos evitará acidentes de trânsito.


A Câmara analisa o Projeto de Lei 6052/09, do deputado Manato (PDT-ES), que obriga a instalação de temporizador nos semáforos de trânsito equipados com radar. O objetivo é informar ao motorista o tempo restante para a mudança de sinal.

O deputado argumenta que a luz amarela nos semáforos tradicionais “não informa ao condutor que se aproxima o tempo de que ele dispõe para passar o semáforo sem incorrer em infração”. Na dúvida, acrescenta, “o condutor opta por frear, não raro bruscamente, o que pode causar acidentes”.

Pela proposta, se o semáfaro não for adaptado, as multas por avanço ao sinal vermelho registradas pelo radar serão anuladas. As demais infrações, como excesso de velocidade, continuarão sendo autuadas normalmente. “A medida é importante para a redução de acidentes, contribuindo para a melhoria das condições de segurança no trânsito”, acredita Manato.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Rodrigo Bittar
Edição – Daniella Cronemberger

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO GERA GASTOS DE R$ 28 BILHÕES

No mínimo quatro pessoas por hora morrem nas estradas, ruas, avenidas do Brasil. São cem por dia. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) estima que foram 32.465 mortos em 2008. Já o Ministério da Saúde tem outro número: 37.585.

Mas a conta pode ser bem maior. O especialista fez o cálculo a partir dos casos de mortes em que foi pedido o DPVAT, o seguro obrigatório pago a vítimas de trânsito: “É o que eu chamo de genocídio sobre rodas. São 62 mil mortos, na nossa avaliação, por ano, em acidentes de trânsito no Brasil”, diz Sílvio Médici.

Álcool

Em Belém, no Pará, na mesma sexta-feira à noite, jovens bebem num posto de gasolina. Uma moça termina uma garrafa de coquetel de vodka, pega o carro e sai. É seguida por nossos produtores. “Não bebi antes de dirigir. Tenho certeza absoluta”, garante ela

De acordo com o especialista, o álcool é a principal causa de morte no trânsito do país. Há cinco anos. Orlando Silva tenta retomar a vida, com a coluna lesionada. “Fiquei três meses e 11 dias no hospital. A cirurgia que eu fiz custou R$ 47 mil.”

Tratar feridos é apenas parte do custo de R$ 28 bilhões por ano que o país tem por causa da violência no trânsito. E Orlando diz que o amigo que dirigia o carro na hora em que sofreu o acidente continua a beber e dirigir. A profissão dele: motorista de caminhão.

Um ano e meio depois de entrar em vigor, a Lei Seca produziu resultados fortes no Rio de Janeiro, onde a fiscalização é constante. Em 2009, o número de mortos e feridos no trânsito do Rio de Janeiro caiu quase 30%. Foram 3,7 mil vítimas a menos.

Cansaço

“É muito comum, em um feriado prolongado, por exemplo, a gente ver a pessoa que passou o dia inteiro trabalhando, chega em casa, junta a família, já está esgotada, bota toda a tralha dentro do carro e depois vai pegar horas de trânsito. As consequências vão aparecer. Fora aqueles que trabalham na estrada que vivem em regime de escravidão”, diz Rodolfo Rizzotto.

A pedido do "Fantástico", Silvério Garbuio, do Instituto do Sono de São Paulo, avaliou os caminhoneiros. “Paro para descansar umas duas horas, duas horas e pouco. E volto a dirigir por umas 17 horas, 18 horas sem parar”, admite o caminhoneiro Adelmo Jung. “Vim de Mato Grosso do Sul. Foram umas 19 horas direto”, diz o também caminhoneiro André Oliveira Bispo.

Desrespeito

Em São Paulo, uma viagem com o piloto César Urnhani e com José Aurélio Ramalho, especialista do centro de experimentação e segurança viária, mostra os perigos nas estradas paulistas.

“Se você olhar aquele carro ali na frente, ele está vindo na contramão para querer atravessar aqui. Na verdade, ele teria que ter continuado nessa via, procurado um retorno pra poder entrar”, mostra o piloto César Urnhani.

“Dirigindo o carro com uma mão só, a mão direita está sobre o volante, ou seja, se ele precisar fazer um desvio de emergência,vai perder o carro de controle. A posição correta é com as duas mãos no volante."

"Quem provoca a morte, o acidente com morte, em regra, é a imprudência do motorista: 4% apenas das mortes que acontecem no país em rodovias federais aconteceram em estradas esburacadas. E 96% das mortes acontecem em pistas com trecho bom", diz Alexandre Castilho, da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Excesso de velocidade

Um teste com um radar móvel mostra como os motoristas são imprudentes quando acham que não estão sendo vigiados. Em uma avenida da Zona Oeste do Rio de Janeiro, os carros reduzem a velocidade, alguns até em cima da hora. Posicionamos o radar 500 metros adiante.

"Passado o risco de multa, o motorista acelera mais ainda, que é para compensar aquele período que perdeu, aquele espaço de tempo que ele diminui a velocidade, causando mais riscos de acidente na frente", diz Médici.

Em maio do ano passado, um deputado estadual foi o responsável pela morte de dois rapazes. Fernando Carli Filho dirigia embriagado, de madrugada, num bairro de Curitiba, avançou o sinal a 170 km/h e bateu no carro que conduzia os jovens.

Carli Filho tinha perdido o direito de dirigir por causa de 30 infrações, 23 delas por excesso de velocidade. O deputado foi indiciado por duplo homicídio. O julgamento está marcado para o mês que vem. O deputado responde o processo em liberdade.

Punição

“Quando ela tinha 9 anos, escreveu ‘Eu amo a vida’”, lembra Roni Barbosa, pai de uma vítima da imprudência no trânsito.

A vida dela terminou aos 15 anos. A saudade não diminui, mas o pai pode afirmar: “No caso da Juliana, eu posso dizer que houve Justiça, não houve impunidade”.

Juliana foi morta em uma via expressa em Florianópolis. O carro no qual ela estava com o namorado foi atingido por outro, que disputava um racha.

“O principal fator pra conseguir uma condenação foi a mobilização popular. A participação da população em atos públicos, mostrando indignação e também exigindo a punição dos culpados”.

Levados a júri popular, os dois rapazes que disputavam o racha foram os primeiros, na história do Brasil, a ir para a cadeia condenados por crime de trânsito. “Punir é uma forma de educar. No trânsito, nós temos que punir para educar”.

Mas a cadeia para criminosos do trânsito ainda é rara no Brasil. “É recurso mais recurso, ficam cinco anos no processo, e quando vai a julgamento, aí você tem que pagar cem cestas básicas; matou cinco pessoas de uma família, e ele paga isso aí, cem cestas básicas, e está solto", diz Médici.

Fiscalização

A morte de Juliana levou à instalação de nove radares fixos, os chamados pardais, ao longo de oito quilômetros da avenida.

“Antes da instalação, nós tínhamos para cada 10 mil veículos que circulavam, 2 mil infrações de avanço de sinal vermelho ou de excesso de velocidade. Hoje essa estatística caiu para 3 em cada 10 mil”, compara o presidente do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis, Átila Rocha dos Santos.

O número de mortes caiu 90%. Também em Santa Catarina, um exemplo contrário. Uma lei mandou tirar os radares das rodovias estaduais, por entender que os “pardais” eram uma indústria de multas.

“Nós tínhamos reduzido em 72% por cento as mortes. Com a retirada deles, tivemos um aumento de 50% nas mortes”, informa o comandante da Polícia Rodoviária Estadual de Santa Catarina, coronel Paulo Moukarzel.

Nos 3,8 mil quilômetros de rodovias estaduais de Santa Catarina havia apenas 20 radares, que estavam nos trechos mais perigosos. Agora eles podem ser substituídos pelos portáteis, mas é preciso mobilizar pelo menos cinco policias para cada aparelho.

Nas 24 horas do dia, são necessários cerca de 60% do efetivo da Policia Rodoviária Estadual para operar os aparelhos.

Exterior

No Japão, o índice de mortes por 100 mil habitantes é de 4,72. Na Alemanha, 5,45; França, quase sete; Itália, 8,68. Nos Estados Unidos, o índice passa de 12. No Brasil, salta para 17. Os números em outros países nem sempre foram bons.

As melhoras foram conquistadas. Nos últimos seis anos, o número de mortos nas rodovias italianas caiu 46%. Na França diminuiu 44%. Na Itália, foram espalhadas câmeras especiais que medem a velocidade média dos carros e colocado muito asfalto antichuva, que evita a derrapagem. Na França, alem das câmeras que flagram o excesso de velocidade, foi feita uma grande campanha de conscientização. Nos dois países, o limite de velocidade é de 130 km/h.

Um dado espantoso vem da Alemanha: o número de mortos nas estradas em 2009 foi o mais baixo desde 1950. Isso em um país que não tem limite de velocidade em 45% das rodovias. As razões são a excelente qualidade das pistas e o extremo respeito dos alemães pela sinalização.

Rigor contra o álcool

Em um bairro boêmio de Tóquio, todas as noites, principalmente depois da meia-noite, há muito movimento. As pessoas saindo dos bares, as ruas lotadas, mas repare: praticamente só tem táxis. Os japoneses bebem, mas não se arriscam a dirigir. É que as leis são extremamente rigorosas.

Quem dirigir depois de alguns goles pode pegar cinco anos de cadeia. Os acompanhantes podem ficar presos até três anos. Resultado: as mortes no trânsito no Japão caem há nove anos seguidos. Em 2009, morreu mais gente andando de bicicleta no Japão do que em acidentes com motoristas bêbados.

Entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos têm um dos índices mais altos de morte per capita nas estradas. Mas esses números vêm caindo. Em 2009, pela primeira, vez ficou abaixo de 40 mil mortos. O principal motivo é o rigor contra os motoristas alcoolizados.

A cada ano, cerca de 1,5 milhão de americanos são presos por dirigirem embriagados, perdem a licença e, se tiverem antecedentes, vão para cadeia. No estado de Nova York, a pena de prisão é automática se houver alguma criança no veículo. Desde 1980, quando as primeiras leis contra os motoristas embriagados foram adotadas, o número de mortes causadas por eles caiu pela metade.

Globo.com

Governo de MT e Prefeitura de Cuiabá definem 14 bairros para asfaltamento

O secretário de Estado de Infraestrutura, Vilceu Marcheti, se reuniu na tarde desta quinta-feira (07.01), com o vice-prefeito de Cuiabá, Chico Galindo, para discutir a aplicação dos recursos da União destinados à pavimentação nos bairros de Cuiabá. Marcheti recebeu do vice-prefeito a proposta de pavimentação asfáltica em 14 bairros da capital. De acordo com o secretário as propostas serão avaliadas pela equipe técnica da Sinfra, e se aprovadas, serão encaminhadas para processo de licitação.

A verba para a realização das pavimentações pleiteadas, que variam de 5 a 20 mil metros em cada bairro, faz parte dos R$ 35 milhões obtidos pelo Estado junto a União, dos quais R$ 25 milhões serão aplicados na duplicação da avenida Archimedes Pereira Lima, conhecida como Estrada do Moinho.

O Governo do Estado é responsável pela contrapartida de 10% mais a execução dos projetos, já para a Prefeitura coube a elaboração dos projetos. Vilceu Marcheti ainda acredita que a verba total para aplicação na capital possa atingir o valor de R$ 40 milhões, o que garantirá R$ 15 milhões às obras de pavimentação para os bairros de Cuiabá.

www.detran.mt.gov.br

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

VW Amarok

A VW quer entrar de vez no mercado das picapes médias e para isso já vem com uma grande variedade de opções: Cabine dupla e simples, tração 4×4 ou 4×2. Para o motor, o Amarok terá um turbodiesel com common rail, com a opção de gasolina ou flex para o mercado brasileiro. Seus principais concorrentes aqui no Brasil serão, o Toyota Hilux, o Nissan Frontier e o Mitsubishi L200 Triton.






terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Carta do Pedestre


1. Ser pedestre é intrínseco ao ser humano;

2. Andar a pé é transporte, e constitui a expressão mais legítima e simples do direito natural de ir e vir que o Estado deve assegurar ao cidadão, sem distinção de qualquer espécie, nele despertando sentimentos de justiça e de igualdade;

3. O Governo deve organizar, regulamentar e fiscalizar o trânsito e o uso do espaço público de maneira a assegurar condições de conforto, segurança e acessibilidade ao pedestre, particularmente aos mais frágeis, quais sejam: crianças, velhos e demais cidadãos com necessidades especiais;

4. A condição de motorista é um privilégio que o cidadão adquire somente após comprovar que tem qualificações para isso;

5. A apreensão da Carteira Nacional de Habilitação de motoristas não qualificados, envolvendo a suspensão temporária, ou até mesmo a cassação definitiva, é dever do Estado com vista a manter segurança e tranqüilidade no trânsito;

6. As práticas e hábitos perigosos de motoristas e pedestres exigem esforço de educação para mudá-los, acompanhado pela eliminação da impunidade e permissividade no trânsito;

7. A política de transportes e as regras de trânsito devem atender: primeiro, as necessidades dos pedestres: segundo, a outras necessidades sociais, especialmente de transporte público de passageiros; terceiro, as de transporte de mercadorias, normalmente compatibilizadas com as anteriores por meio de restrições de horários e de itinerários; e, finalmente, as necessidades de circulação de automóveis particulares;

8. Os veículos automotores geram custos para seus proprietários e para o setor público, responsável pela infra-estrutura viária, sinalização, educação, fiscalização e policiamento do trânsito, e impõem, ainda, pesados ônus à sociedade, como acidentes de trânsito, poluição ambiental, congestionamento, assim como obstrução visual e tensão nos pedestres;

9. O Governo deve adotar políticas e procedimentos que assegurem o pagamento dos custos e ônus decorrentes da circulação de veículos automotores pelos seus proprietários, aplicando, ainda, com o máximo rigor, as leis e os regulamentos visando à segurança do trânsito e à melhoria da qualidade de vida;

10. O aumento da taxa de motorização, ainda baixa em nosso País, é um fenômeno inevitável, que deve ser acompanhado, porém, pelo respeito à dignidade e integridade do cidadão e pela melhoria e preservação da qualidade do meio-ambiente.



Associação Brasileira de Pedestres - ABRASPE


Cuiabá entre as melhores cidades brasileiras

Cuiabá está entre melhores cidades brasileiras para investir. Pesquisa divulgada pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios aponta a Capital mato-grossense como a terceira melhor opção entre as cidades com população de 500 mil e um milhão de habitantes. Na pesquisa foram utilizados os dados do Produto Interno Bruto (PIB), Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), geração de empregos, depósitos bancários, número de veículos e Índice de Potencial de Consumo (IPH).

Segundo o levantamento, Cuiabá se tornou um dos grandes pólos de oportunidades de negócios pelos avanços conquistados nos últimos anos e por dispor de uma excelente estrutura no seu Distrito Industrial. Outros fatores aprensentados na pesquisa são os investimentos que têm sido feitos nas áreas de energia e transportes. Desenvolvimento que atrai a instalação de várias empresas.

A revista também projeta um futuro ainda mais promissor, citando a possível ligação ferroviária com o porto de Santos, litoral do estado de São Paulo, e a conclusão de uma via de acesso ao Oceano Pacífico.

A Pequenas Empresas & Grandes Negócios ressalta que Cuiabá tem um potencial de crescimento na área de serviços e especialmente no turismo. Com o advento da Copa do Mundo de 2014, há uma grande expectativa de aumento de oportunidades de negócios nesse setor.
http://www.folhadoestado.com.br

Estado garante mais R$ 35 milhões para investimentos em Cuiabá

O governador Blairo Maggi conseguiu junto ao Governo Federal R$ 35 milhões para serem aplicados no município de Cuiabá, uma das cidades sede da Copa 2014. O Estado, que é responsável pela execução das obras, também entra com uma contrapartida de 10% e para a prefeitura de Cuiabá cabe a elaboração dos projetos.

A duplicação da avenida Archimedes Pereira Lima, conhecida como Estrada do Moinho, será a primeira obra a receber os recursos da União e do Estado. Na empreitada serão investidos R$ 25 milhões.

A diferença será aplicada em obras de pavimentação nos bairros, que serão apontados pela administração municipal nas próximas reuniões entre o secretário de Estado de Infraestrutura, Vilceu Marcheti, e o prefeito da Capital, Wilson Santos.

http://www.detran.mt.gov.br/