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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Várzea Grande quer revitalizar cidade com ajuda da Copa. Turismo é a aposta.

A cidade de Várzea Grande segue se preparando para a Copa do Mundo de 2014 que será realizada em Cuiabá. Vários projetos de potenciais turísticos estão sendo feitos pela prefeitura, que diz que a cidade não recebia a devida atenção neste quesito. A Rota do Peixe parece ser uma das grandes apostas da cidade para atrair os turistas.

Segundo o Secretário de Comunicação de Várzea Grande, Eduardo Ferreira, a prefeitura já está fazendo um mapeamento dos pontos. “A cidade tem um potencial fabuloso para ser explorado, infelizmente as gestões anteriores não deram a devida atenção. Era tudo largado”, disse ele se preocupando ainda com a falta de visibilidade do turismo.

Entre os projetos estão a revitalização das praças do município, que não irão apenas ganhar um novo visual, mas também, vão servir como local de encontro das pessoas, onde podem ser realizados eventos culturais, de lazer. “As praças ajudam a cidade a respirar” disse o secretário.

Ciclovias também estão sendo discutidas pela prefeitura, além de pontos que já estão na rota do turismo da cidade como Passagem da Conceição. “O carnaval bateu recorde de público e de atividade econômica, movimentou muito. Agora é o momento de adequar e prover a cidade uma boa infraestrutura”, afirmou Eduardo.

Parque com trilha suspensa na mata - Algumas ações já estão sendo executadas. Uma delas foi a implantação do parque Noise Curvo, nas proximidades da ponte Sérgio Mota. O bairro está recebendo um parque para caminhada de nível de primeiro mundo com um passeio sobre uma trilha suspensa nos moldes dos que são construidos em pontos turísticos da Europa. Além do passeio no bosque sem contato com o chão, os visitantes contarão com infraestrutura, incluindo estacionamento para carros, motos e bicicletas, box de comércio, quiosques de cantinas, banheiros e segurança. 


 O parque Noise Curvo contará com toda a infraestrutura para turismo e lazer em área privilegiada e próxima a Cuiabá
O parque Noise Curvo, ainda em fase de obras, vem sendo preparado para ser uma das surpresas com a marca da gestão do prefeito Walace Guimarães. A 'menina dos olhos' do prefeito, projetada para ser um dos principais parques de passeio da Grande Cuiabá, promete ser mais uma atração do município para a Copa do Mundo. Essa obra deve ser entregue nos próximos meses.

Sobre a criação de um local para a população assistir aos jogos, o secretário disse que o Fan Park construído em Cuiabá pode servir muito bem as duas cidades, lembrando ainda que ele fica mais perto de Várzea Grande do que de muitos bairros da capital. “Também sugerimos a criação de uma espécie de “mini Fan Park” no município”, revelou ele

Eduardo finalizou dizendo que a cidade precisa crescer independente da sua vizinha. “Queremos uma independência de Várzea Grande, queremos ter um sentido próprio, pois temos características muito específicas, apesar de termos os mesmo problemas que Cuiabá”.

Fonte: Olhar Direto

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Guia prático para emergências na estrada


Seu carro quebrou? O trânsito parou? A neblina está forte? 

Veja o que fazer para enfrentar situações adversas na rodovia.

Nem sempre o caminho é tranquilo. Pegar a estrada exige constante atenção do motorista e, algumas vezes, situações adversas atrapalham ainda mais a condução nas estradas. O iCarros consultou especialistas em tráfego rodoviário e explica o que fazer quando se deparar com uma emergência na estrada.

Parada repentina
Imagine você a 120 km/h numa rodovia quando, sem aviso, o trânsito para. O que fazer, e mais, será que os motoristas atrás de você irão parar? Nessa condição, a prática de ligar o pisca-alerta é correta: “Ela serve para alertar os demais motoristas e para evitar uma colisão traseira”, lembra Eduardo di Gregorio, Gerente de Atendimento ao Usuário da Ecovias, empresa concessionária que opera o sistema Anchieta-Imigrantes. “Mas manter distância segura em relação ao carro da frente também ajuda”, acrescenta Pedro Santos, Coordenador de Tráfego da CCR-Autoban (concessionária das rodovias Anhanguera e Banteirantes).

Neblina

A neblina ocorre quando uma queda brusca na temperatura faz a umidade do ar se condensar e forma-se uma névoa próxima ao solo. Além de incômoda, é perigosa, pois diminui a visibilidade. “A ocorrência de neblina entre maio e julho é maior, principalmente nas regiões serranas”, lembra Santos. Nessa situação, mantenha calma e não tente usar o farol alto para melhorar a visão: “O farol alto vai apenas ser refletido na névoa, o ideal é manter os faróis baixos e usar o farol de neblina, que ilumina para os lados”, acrescenta di Gregorio.

Outra situação comum com a neblina é a condensação da névoa no para-brisa, mas basta acionar o limpador para removê-la. Alguns modelos possuem a função “mist” (névoa, em inglês) que aciona o equipamento apenas uma vez para limpar a condensação no vidro.

Se a névoa estiver muito forte, tente não mudar de faixa, diminua a velocidade e aumente a distância em relação ao veículo da frente. Não use o pisca-alerta para que os demais motoristas não pensem que há um veículo parado. “Nem pare no acostamento”, informa o especialista da Ecovias, “já tivemos acidentes fatais por causa disso. Com neblina, o acostamento só dá problema.”

Quebra sobre a via

Há situações em que o carro quebra, ou tem um pneu furado, e a maioria dos motoristas simplesmente para no meio da estrada. Isso não é correto. “É preciso o máximo possível achar um ponto recuado fora da via e ficar fora do carro, em local seguro”, recomenda Santos. Se o carro não tiver condições de locomover, é preciso sinalizar com o triângulo com antecedência, instrui o especialista da Autoban: “a sinalização tem que permitir aos demais motoristas tempo hábil para desviar do veículo parado sobre a pista.”

Para quem tem dúvida sobre como utilizar o triângulo, basta usar como medida passos largos. A referência é a velocidade máxima da via. Se for 100 km/h, por exemplo, a sinalização precisa estar a 100 passos largos de distância do carro parado. Em caso de chuva ou neblina, a relação passa a ser de dois passos largos para cada km/h de velocidade máxima.

Uma vez em local seguro ou após ter sinalizado, ligue para seu seguro ou, se não tiver um, para a concessionária da rodovia ou para a Polícia Rodoviária. Os telefones são mostrados em placas ao longo da via e a ligação é gratuita.

Outros veículos parados sobre a pista

Em algumas situações, por boa vontade, motoristas param no acostamento para ajudar outros, que estão com os veículos quebrados. Apesar de a intenção ser das melhores, a atitude não é, como explica Pedro Santos: “Nós queremos sempre minimizar a exposição do usuário ao tráfego da via para diminuir os riscos de acidente”. Quando avistar um veículo precisando de auxílio na estrada, contate a concessionária ou a Polícia Rodoviária. Eles poderão auxiliar quem está parado e sinalizar devidamente a via para realizar o resgate. “Pedimos aos usuários que nos ajudem e nos comuniquem esses veículos precisando de auxílio”, complementa o Coordenador de Tráfego da CCR-Autoban.
Acidentes

Se você passar por um acidente na estrada, a pior conduta possível é a de parar e tentar retirar as vítimas dos veículos acidentados. “Se o usuário não tem treinamento médico, não há como saber o que a vítima tem. Tirá-lo do carro pode até piorar sua condição clínica”, orienta di Gregorio. Se o acidente envolver motociclistas, não tente retirar o capacete para não aumentar o trauma. Aqui, vale a mesma dica do tópico anterior. Não pare, mas comunique o ocorrido à administradora da rodovia e ou à Polícia Rodoviária.

Certidão de acidente de trânsito pode ser feita via internet


A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) inova o processo de emissão da Certidão de Acidente de Trânsito Urbano e Rodoviário fornecida pelo Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), da Polícia Militar. Agora, a impressão e autenticação do documento estão disponíveis via internet, no endereço eletrônico: www.pm.mt.gov.br e www.seguranca.mt.gov.br.
O cidadão receberá uma mensagem SMS no celular e um e-mail informando o link, o protocolo e um código de segurança que permitirão a impressão do documento em qualquer lugar. 
“Com a certidão via internet, o nosso trabalho ficou mais rápido, melhorando nossa prestação de serviço”, falou a comandante do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), major PM Grasiella Paes Bugalho. 
Outra vantagem é a integração com as bases de dados do Detran e Politec, o que facilita o trabalho do policial durante o atendimento. Segundo a coordenadoria, em duas semanas de funcionamento, já foram enviados 473 torpedos e e-mails. “Criamos a ferramenta com objetivo de facilitar a vida dos cidadãos e melhorar a prestação de serviço dos policiais”, disse a gerente de sistemas da Sesp, Diana Maria de Lima. 
Para imprimir a certidão de acidente basta acessar o link, digitar o protocolo e código de segurança que foram enviados por SMS ou e-mail e clicar na opção consultar. “As seguradoras de veículos também poderão autenticar a certidão através do próprio site na aba autenticar certidão”, explicou o analista de sistema da Sesp, Max Martins de Freitas. 
Recentemente, a assessora jurídica do Tribunal de Justiça, Ivandra Neiva Asevedo, utilizou o novo sistema. Para ela, a ferramenta melhorou o serviço prestado pela PM e facilitou a vida do cidadão. “Quando recebi a mensagem fiquei muito feliz não precisei pedir dispensa do meu serviço para buscar a certidão”, disse. 

Fonte: Detran/MT

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Falta de cadeirinha em carro vai render multa

19/04/2010 - 03h00

ALENCAR IZIDORO
da Reportagem Local (Folha de São Paulo)

Pode parecer carinhosa a imagem do bebê acolhido nos braços da mãe no banco traseiro ou até divertida a da criança inquieta, que pula para lá e para cá no carro em movimento. Quem não imagina os riscos nessas cenas falsamente amistosas irá cometer uma infração gravíssima, com multa de R$ 191,54 e sete pontos na CNH.

A partir do dia 9 de junho não haverá mais discussão: será obrigatória, e não só recomendável, a utilização do dispositivo de retenção adequado para transportar as crianças de até sete anos e meio no automóvel. Conforme a idade, bebê conforto, cadeirinha ou "booster".

A CET de São Paulo e a Polícia Rodoviária Federal começam nas próximas semanas o treinamento dos agentes. A mudança na legislação havia sido determinada dois anos atrás pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), já que, por enquanto, brechas permitem que as crianças sejam transportadas só com cinto de segurança no banco traseiro.

A avaliação dos especialistas é de que o cinto é insuficiente. A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou que a utilização correta da cadeirinha reduz em 70% a possibilidade de morte de um bebê em acidente.

Em relatório da entidade do ano passado, a pior avaliação do Brasil, dentre cinco itens de segurança viária, foi em relação ao uso das cadeirinhas: nota 4, numa escala até 10.

Só nos primeiros sete anos desta década, mais de 180 mil crianças foram vítimas de acidentes de trânsito no país, das quais mais de 8.000 morreram. Há, porém, obstáculos e deficiências que colocam em xeque o sucesso da medida. Segundo a OMS, de 178 países avaliados, embora a norma existisse em mais de 90% dos ricos e 20% dos pobres, em apenas 14% a lei era eficiente.

No Brasil, a regra previa que ela seria precedida de campanhas por parte do poder público _até agora muito tímidas. "Precisava ter trabalhado mais a parte educativa", avalia Alessandra Françoia, coordenadora da ONG Criança Segura.

O presidente do Contran, Alfredo Peres da Silva, alega que está prevista uma ampla publicidade a partir do mês que vem.
Os empecilhos se estendem às dificuldades para a fiscalização correta e ao comércio.

Hoje há modelos que variam de R$ 150 a mais de R$ 1.000, valores altos para a população de baixa renda. E não há variedade de marcas populares, segundo a Abrapur (Associação Brasileira de Produtos Infantis), que ressalta que a criança precisa de três assentos diferentes até os sete anos e meio.

Mas para quem pode pagar, as opções são consideradas satisfatórias pelo Inmetro. De um ano para cá, só cadeirinhas certificadas pelo instituto podem ser vendidas nas lojas. Até a semana passada, havia 88 modelos, de 14 empresas, aprovados.