Neste espaço vamos discutir nossa cidade, Cuiabá, seu cotidiano, trânsito/transporte, os problemas e suas possíveis soluções. Como inserir a Bicicleta na Política de Mobilidade Urbana? Como fazer uma cidade melhor?
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
O avanço do exército amarelo em Sorocaba SP
O avanço do exército amarelo
Infrações e comportamentos de risco devem ser punidos exemplarmente, até que se crie a consciência? ou, na falta dela, o receio - de que é melhor seguir as normas
Os amarelinhos superaram todas as expectativas. Quem previu que haveria uma avalancha de multas com a entrada em operação da equipe de fiscalização do trânsito, em janeiro deste ano, não errou. No balanço do primeiro quadrimestre, a arrecadação de multas foi de R$ 4.426.701,56, contra R$ 2.511.573,95 no mesmo período do ano passado ("Fiscalização - Multas de trânsito crescem 78% com a atuação dos amarelinhos", 28/7, pág. A5). É uma indústria de multas, sem dúvida, mas não se pode condená-la. Não sem levar em conta seus resultados, que são, em última instância, aquilo que todos almejam: um trânsito menos perigoso.
O Brasil é um caso único em todo o mundo. Poucos povos desfrutam de tanta liberdade, em todos os aspectos da vida pessoal, social e política. Cada vez mais, porém - por exigência da própria sociedade, que muitas vezes se sente acuada pelo comportamento de indivíduos ou de grupos -, o Brasil se torna um Estado policialesco, em que a falta de limites de uma parte das pessoas leva à edição de calhamaços de leis para proibir isto ou aquilo, à formação de milícias públicas ou particulares e à implantação de olhares eletrônicos por toda parte, a fim de coibir comportamentos criminosos e abusivos.
E nada melhor para traduzir o espírito paradoxal de um país que às vezes parece uma terra sem lei, ao mesmo tempo em que possui tantas leis para regular as mínimas coisas, do que o trânsito, esse sistema de uso coletivo em que o Estado é chamado a assumir a tutela de cidadãos em pleno domínio de seus deveres e direitos, para exigir deles uma atitude que, num mundo ideal, deveria depender apenas da consciência de cada um. Nada ilustra melhor essa situação absurda do que a necessidade de fiscalização, com ameaça de multas e outras sanções, para o uso de capacete e de cinto de segurança, acessórios cujo uso deveria interessar primordialmente ao próprio condutor.
No contexto da verdadeira tragédia cotidiana que é o trânsito brasileiro, a repressão pode ser antipática, mas é indispensável. Veículos e condutores sem condições de transitar devem ser tirados das ruas, para garantir a segurança de todos os usuários. Infrações e comportamentos de risco devem ser punidos exemplarmente, até que se crie a consciência - ou, na falta dela, o receio - de que é melhor seguir as normas para não ser molestado ou ter prejuízo. Um trânsito fortemente vigiado é, infelizmente, a melhor ¿ e, ainda assim, tênue - chance que se tem, a curto prazo, de fazer com que o número de mortos e feridos desse massacre estúpido possa diminuir.
A "indústria" de multas, incrementada pela ação dos amarelinhos ¿ e que está em vias de ser expandida ainda mais com a ampliação do quadro desses servidores -, seria arrecadatória e totalmente dispensável se as multas aplicadas se destinassem a punir infrações sem maiores consequências, como estacionamento em locais proibidos, por exemplo. O balanço quadrimestral, no entanto, indica a intervenção da equipe no combate a infrações realmente importantes, como trafegar em excesso de velocidade (primeiro lugar no ranking das multas), dirigir falando ao celular, avançar sinal fechado e trafegar sem cinto de segurança.
Desde que haja possibilidade de recursos, para que se viabilize a correção de eventuais erros, e um cuidado para que a atuação dos fiscais ocorra em toda a cidade, mediante a elaboração de mapas com os pontos críticos onde há mais infrações e acidentes, essa ofensiva do exército das multas deverá proporcionar bons resultados para o trânsito como um todo, com reflexos inevitáveis no nível de segurança desfrutado por motoristas e pedestres.
É uma situação ideal? Certamente que não. Mas, quer se queira, quer não, é a linguagem que todos entendem
Convulsão na Inglaterra
Segundo informações da imprensa tudo começou com protestos pela morte de um jovem, morto pela polícia londrina. As vezes um evento assim deflagra uma descarga de tensão social reprimida por muito tempo.
Mas enquanto isso no Brasil assistimos mais uma vez a uma série de denúncias de corrupção envolvendo ministérios e pessoas em cargos do primeiro escalão do governo.E não é apenas do governo do partido "A", mas também do seu antecessor, o partido "B", senão uma ação orquestrada com a participação de praticamente todo o alfabeto.
Ah se o povo brasileiro tivesse uma pequena fração dessa indignação expressa nos tumultos em Londres para protestar contra esse mal que assola nosso País desde o tempo das caravelas...
Vê-se marcha dos sem-terra, da diversidade sexual, da maconha e até do orgulho hetero etc., mas cadê a marcha pela cidadania? Quem vai ás ruas, de forma ordeira e pacífica, para exigir que o dinheiro dos impostos sejam revertidos em SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA E TRANSPORTE PÚBLICO DE QUALIDADE? Será que o povo brasileiro perdeu a capacidade de indignar-se?
Estamos muito próximos de eventos importantes: A copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, eventos que movimentarão Bilhões de reais para sua preparação. As ditas obras não começaram, requentando o roteiro das "obras emergenciais" em que o controle do que é gasto é deixado em último plano em prol do cumprimento do cronograma de execução, deixando abertas as portas para escandalosos superfaturamentos e desvio de recursos, com prejuízo, inclusive, da qualidade final da obra.
Em todo o Brasil a explicação para as deficiências crônicas de nossa infraestrutura é a insuficiência de recursos. Faltam recursos para a educação, para formar e remunerar dignamente professores; Faltam recursos para a criação de leitos nos hospitais para atender com um mínimo de respeito o ser humano que agoniza em corredores superlotados dos pronto-socorros Brasil á fora. Faltam recursos para o saneamento básico, apesar das edições do PAC.
No entanto o dinheiro que possibilita a realização dos eventos esportivos já citados é obtido por empréstimo via BNDES. Empréstimos com a garantia dos Estados e Municípios das subsedes, aos quais caberá arcar com o pagamento desta dívida.
Qual a mágica utilizada para que os tão escassos recursos, indisponíveis para sanar as mazelas seculares de nosso povo, se materializem á toque de caixa para atender esses eventos? Me diga Mr. M!
Vontade Política ou Voracidade "Verbítica"? Mas o gigante permanece adormecido em berço esplêndido...
Brasileiros! Está armado o cenário para mais um capítulo da velha novela de desvios e corrupção,e adivinha quem é que vai pagar a conta?
Talvez escândalo mesmo seja se a Seleção Brasileira perder mais quatro pênaltis durante a Copa.
Quem sabe, então, o mundo se surpreenda com tumultos no Brasil de dimensões proporcionais aos que vemos hoje na Inglaterra...
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Batalhão de Trânsito da PM divulga as 10 infrações mais cometidas no trânsito
A estatística divulgada pelo Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da PM mostra que o nosso trânsito continua com um alto índice de imprudência.
De primeiro de janeiro até 27 de maio de 2011, o Batalhão registrou as seguintes notificações na área urbana de Cuiabá e Várzea Grande.
01 - Sem Cinto de Segurança 2.987 notificações
02 - Licenciamento Vencido 2.769 notificações
03 - Conduzir Veiculo sem CNH ou Permissão 2.436 notificações
04 - Cond. Veiculo Fazendo Uso de Tel. Celular 1.267 notificações
05 - Sem Documento de Porte Obrigatório 1.217 notificações
06 - Cond. Veiculo usando calçado que não se firme nos pés 845 notificações
07 - Estac. Em Desacordo com Regulamentação 816 notificações
08 - Estac. Veiculo no Passeio/Calçada 774 notificações
09 - CNH Vencida a mais de 30 dias 472 notificações
10 - Sem Equipamento Obrigatório 467 notificações
O que mais chamou a atenção no levantamento feito pelo Batalhão foi a quantidade de pessoas que continuam dirigindo o carro ignorando o uso do cinto de segurança, e o excesso de notificações, mais de 2.430, de motoristas conduzindo o veículo sem permissão ou sem a CNH. Foram registrados 18.668 notificações.
Vale ressaltar que, Mato Grosso está em segundo lugar como um dos Estados que mais matam pessoas no trânsito. Para cada grupo de cem mil pessoas, são registrados de 36 mortes. Para frear esses números, o governo de Mato Grosso lançou a campanha "Trânsito Consciente, pra vida seguir em frente", para combater essa violência no trânsito.
Nas rodovias estaduais, as notificações ficaram na seguinte ordem:
MT 040 - (Cuiabá / Santo Antonio);
MT 407 - (Cuiabá / V. Grande);
MT 010 - (Cuiabá / Guia);
MT 251 - (Cuiabá / Chapada);
MT 351 - (Cuiabá / Manso);
No período de 01/01/2011 a 31/05/2011, Totalizando 5.261 Notificações Rodoviárias.
01 - Licenciamento Vencido 879 notificações
02 - Sem Equipamento Obrigatório 866 notificações
03 - Sem Documento de Porte Obrigatório 619 notificações
04 - Cond. Veic. em Mau Estado de Conservação 348 notificações
05 - Conduzir Veiculo sem CNH ou Permissão 331 notificações
06 - Sem Cinto de Segurança 285 notificações
07 - Cond. Veic. de Com Falta de Inscrição ou Tara 247 notificações
08 - Cond. Veic. com Coberto Por Película 193 notificações
09 - Cond. Veic. com o lacre, a inscrição do chassi, o selo, a placa ou qualquer outro elemento de identificação do veículo violado ou falsificado; 180 notificações
10 - CNH Vencida a mais de 30 dias 172 notificações
Fonte: Site Detran/MT
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Trânsito que mata
A violência no transito, é visto e compreendido como um problema de saúde pública, portanto, não podemos relegar tão grave situação e assistir, diuturnamente, o crescente número de mortes com tanta naturalidade, como se isso fosse à coisa mais comum do mundo.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) a violência no trânsito mata anualmente aproximadamente 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo. Desse contingente, 50% têm entre 15 e 44 anos, estas ações impensadas acabam elevando o custo para o sistema de saúde, além dos danos psicológicos que são causados a familiares e amigos, e aumentam conseqüentemente os gastos econômicos dos países.
O problema é gravíssimo, só para se ter idéia da complexidade da coisa. No Brasil, segundo dados da Seguradora Líder DPVAT, seguro que indenizava vítimas de acidentes de trânsito no país, os últimos cinco anos deixaram mais de 290 mil mortos nas estradas brasileiras,
metade delas, em decorrência de acidentes causados por embriaguez.
Em função disso criou-se a Lei 11705 de 2008, que modificou o nosso Código de Transito Brasileiro, instituído pela Lei 9506 de 1997. A partir da nova Lei, foi considerado crime conduzir veículos com qualquer teor de álcool no organismo, esta adequação na Lei acabou criando a Lei Seca à tolerância zero. Mesmo assim, os acidentes continuam ceifando vidas.
Em Cuiabá a coisa não é diferente, só nos últimos 141 dias deste ano, 120 pessoas já perderam a vida em acidente de trânsito, e em sua grande maioria, os envolvidos apresentavam algum tipo de dosagem alcoólica ou uso de drogas.
Num passado não muito distante, segundo dados estatísticos, o Brasil apresentava índices de mortes e ferimentos em acidentes de transito, que se equiparavam às guerras, como a que acontecera no Vietnã. Infelizmente nossa querida capital, vive hoje índices alarmantes e violentos envolvendo acidentes de trânsito, dados estes que muito nos entristece.
Encontrar uma solução plausível e aceitável, para resolver este problema de saúde pública envolvendo acidente de trânsito, não é fácil, passa necessariamente pela consciência das pessoas, de que, o caminho aceitável e inteligente para que estas mudanças verdadeiramente
aconteçam. É importante que tenhamos em mente que, mais do que reprimir, é preciso prevenir e educar, através de campanhas, que efetivamente possam mostrar a importância de suas vidas e do próximo.
Pare o mundo, quero descer
Professor Licio Antonio Malheiros, Geógrafo e Pós-Graduado em Didática do Ensino Superior (liciomalheiros@yahoo.com.br)
sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Violência sobre 2 rodas
RENÊ DIÓZ
Como se não bastasse a colocação de segundo trânsito mais violento do país, Mato Grosso é o estado com a quarta maior taxa de mortalidade de motociclistas no trânsito, segundo dados complementares da pesquisa Mapa da Violência 2011. Realizado pelo Instituto Sangari, o levantamento com base no ano de 2008 aponta, no trânsito mato-grossense, uma proporção de 13,6 óbitos para cada 100 mil habitantes.
Neste ranking da mortalidade de motociclistas, Rondônia aparece em primeiro lugar, com 15 mortes para cada 100 mil habitantes. A proporção seguinte foi a registrada no estado do Piauí, com 14,7. Em seguida, a proporção de Roraima fica pouco acima da mato-grossense, 13,7 óbitos para cada 100 mil habitantes.
A sequência da lista fica por conta do Tocantins, com taxa de 13,4. Embora esteja na quinta colocação no ranking de mortalidade de motociclistas, o Estado vizinho foi apontado como com o trânsito mais violento do país, com 35,6 óbitos para cada 100 mil habitantes (considerando acidentes com todos os tipos de v veículos).
Mato Grosso é o segundo neste ranking geral, com taxa de 35,5. De acordo com o estudo, os acidentes com motocicletas foram responsáveis pelo incremento do número de vítimas no trânsito em todo o Brasil entre 1998 e 2008. As certidões de óbitos revelaram um aumento de 23,9% no número de fatalidades.
Em Mato Grosso, difícil é não relacionar tal aumento de acidentes com o crescimento insustentável da frota de motocicletas. Os dados mais antigos disponibilizados pelo site do Detran são referentes à frota de 2004 e, na comparação com os dados preliminares de 2011, já apontam um aumento de 136% no número de motos.
Já o diretor de Habilitação do órgão em Mato Grosso, Eugênio Destri, aponta a imprudência como fator essencial do cenário violento, denunciando as “acrobacias” que os motociclistas fazem diariamente no trânsito, sem a devida punição, como transitar entre os veículos. “Eles geram risco para eles mesmos. É a consciência do cidadão que tem que ser trabalhada”, argumenta.
Destri informa que atualmente uma comissão interna do Detran estuda aumentar as exigências curriculares dos cursos de formação de condutores em prol da segurança no trânsito. Já o diretor do Samu, Daoud Abdallah, estimou que, dos casos de fratura atendidos no trânsito em Mato Grosso, até 40% referem-se a acidentes com motocicletas – veículos que, depois dos pedestres, são os mais vulneráveis no tráfego.
Tais acidentes também costumam gerar fraturas mais graves, mas o Samu não dispõe de informações sobre os casos que, depois de encaminhados às unidades de saúde, tornam-se óbitos.
Fonte: Jornal Diário de Cuiabá
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Artigo - Os desafios do trânsito em Cuiabá
segunda-feira, 11 de abril de 2011
2014 - Será que vamos perder o bonde da história?

Grandes oportunidades aparecem poucas vezes na vida. Para individuos ou para sociedades a máxima é a mesma: A oportunidade é uma mulher que só tem cabelos na frente da cabeça e é calva pelas costas; só se pode agarrá-la de frente, se passou por você já era!
2014 representa uma janela de oportunidade para o Brasil e para as cidades sede dos jogos da Copa. Uma chance sem par de conseguir recursos para sanar velhas deficiências e de até dar uma guinada na direção da modernidade.
Para Cuiabá o montante de investimentos carreados para sediar a copa é a esperança de mudanças principalmente no malfadado trânsito da capital. Olhe que ainda não chegamos aos escatológicos congestionamentos da grande São Paulo, e isso já é um consolo...
Contudo, as decisões sobre como gastar os recursos que a copa proporciona tem sinalizado que, por aqui, trilharemos os mesmos caminhos da capital paulista com grandes obras de "mobilidade" como túneis, viadutos e trincheiras visando aliviar os congestionamentos que teimam em atazanar a vida do condutor cuiabano.
Essa dita "mobilidade" está sendo pensada aqui apenas para aqueles que possuem um automóvel ou veiculo motorizado. Será que aqueles pobres desassitidos que não podem comprar um carro ou moto, ou que optaram por outra forma de transporte não podem desfrutar da mobilidade?
O plano da agecopa vai na contramão de tudo o que entendemos como mobilidade sustentável. Nossa capital já foi conhecida como a Cidade Verde, título esse que há tempos já não faz jus. Há tempos já não se vê o verde tomando conta da capital, pois além da ação de vândalos que continuamente depredam as mudas que a prefeitura insiste em plantar nos corredores da cidade, agora em nome da modernidade exigida para sediarmos a copa vamos também estreitar calçadas e canteiros centrais para abrigar novas faixas de trânsito, para o BRT e para os carros.
E o pedestre? E onde vamos plantar árvores para amenizar o mítico calor de Cuiabá?
Ah, Alguém ja ouviu falar em alguma obra para o ciclista?
Sustentabilidade é a palavra que define algo que á longo prazo pode ser mantido sem grande despêndio de recursos. O projeto inicial para candidatura á sub-sede do mundial de 2014 previa novos meios de transporte, com um moderno VLT que ligaria Várzea Grande a Cuiabá, movido com energia limpa (biodiesel ou eletricidade), integrando duas cidades que formam uma metrópole, cidades irmãs que compartilham das mazelas do trânsito e dos efeitos desastrosos de uma administração equivocada.
Mas que podem se beneficiar á longo prazo de decisões acertadas a serem tomadas agora, na opção pela mobilidade inclusiva em que ciclistas e pedestres também sejam considerados, em que a cidade seja projetada para abrigar confortávelmente seus habitantes, e , em que os problemas coletivos sejam solucionados pensando coletivamente e não individualmente em um eventual atalho.
Estes investimentos deveriam se prestar a preparar a região para ser o portal de entrada do pantanal e da amazônia realizando assim a vocação do Mato Grosso para o turismo, essa industria que é capaz de dar uso á infraestrutura demandada pelo mundial. Diversificar o modal de transporte, humanizar a cidade, desenvolver potencialidades, poupar o meio ambiente e, também vidas humanas hoje estupidamente perdidas na violência do trânsito.
O problema do trânsito só pode ser resolvido se buscarmos a sua causa. E a causa do caos no trânsito não se encontra nele mesmo. A causa está localizada em decisões obsoletas para o transporte coletivo das massas. Ninguém deseja se locomover de ônibus no Brasil, e, quando digo ninguém não é mera figura de linguagem. Basta ver a debandada dos passageiros do transporte coletivo para as soluções individuais como a motocicleta e os carros, hoje acessíveis em parcelas que cabem no orçamento do povão, reflexo do bom momento do país.
Parece atrativo abandonar o G.O.L. - Grande Ônibus Lotado, ou para muitos G.O.L.F. - Grande Ônibus Lotado e Fedido por um agradável veiculo com cheirinho de novo, sinônimo da libertação do aperto desconfortável, das filas, da incerteza de chegar á tempo que é a marca registrada do BUSÃO.
sábado, 9 de abril de 2011
IN TRANSITU: Carros não têm direito à privacidade
terça-feira, 22 de março de 2011
Frota brasileira tem aumento de 8,4 %
Os automóveis alcançaram 37.188.341, correspondendo a 57,37% da frota total. Já as motocicletas somam 13.950.448 e são 21,52% da frota nacional.
Na região Norte a frota de motocicletas ultrapassa a de automóveis em cinco estados: Acre, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. No nordeste, Ceará, Maranhão e Piauí também possuem mais motocicletas que automóveis.
Assessoria de Imprensa – Denatran
quinta-feira, 17 de março de 2011
Campanha Trânsito Consciente

A campanha “Trânsito Consciente” foi lançada nesta terça-feira (15.03), no Salão Nobre 'Secretário Cloves Vettorato', no Palácio Paiaguás, pelo Governo de Mato Grosso. É a primeira vez que o Estado toma a iniciativa de colocar em prática um projeto permanente de redução de acidentes e mortes nas cidades de Mato Grosso.
O lançamento da campanha começou com um vídeo mostrando tragédias noticiadas de acidentes de aviões, terremotos entre outros tipos de catástrofes ou acidentes naturais nos quais milhares de pessoas perdem a vida. Mas do outro lado, o vídeo chama a atenção para um problema social que cresce de forma silenciosa. A morte crescente no trânsito brasileiro.
O Governo gasta por ano cerca de 31 bilhões de reais com acidentes de trânsito no País. Um acidente sem vítima custa em média R$ 3.000,00, já um acidente com mortes chega ao patamar de R$ 144.000,00. Por dia, no País, cerca de 150 pessoas perdem a vida. Neste projeto do Governo do Estado, o objetivo é tirar Mato Grosso do segundo lugar do ranking de mortes no trânsito, segundo dados do Ministério da Justiça.
No lançamento, o piloto de MotoCross, Gilmar Flores, o Joaninha, que é o garoto propaganda da campanha, falou sobre a importância desta iniciativa do Governo do Estado e disse que vai trabalhar nessa parceria para ajudar a diminuir essa estatística negativa do Estado. O presidente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Teodoro Moreira Lopes, o Dóia, disse que a campanha “Trânsito Consciente” é um projeto que tem a coordenação do órgão, mas que se trata de um trabalho macro de Governo do Estado. “Na semana passada, o Ministério da Justiça disse que Mato Grosso está em segundo lugar em número de mortes. Este projeto vai colocar o Estado em último lugar”, comentou Lopes.
E uma das ações já adotadas pelo Detran é o envio esta semana de técnicos, juntamente com oficiais do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário, para o Rio de Janeiro. Lá, eles vão conhecer de perto como funciona o projeto da Lei Seca que é um sucesso na capital fluminense. O Vice-governador Chico Daltro, que representou o Governador Silval Barbosa no lançamento da campanha, disse que esse projeto vai contar com o apoio necessário de todas as secretarias do Estado. Daltro também comentou que o será necessário fazer parcerias com as prefeituras para que a campanha “Trânsito Consciente” tenha sucesso nas cidades do interior do Estado.
Participaram também do lançamento o secretário de Segurança Pública, Diógenes Curado, o comandante Geral da PM, Osmar Lino Farias, o secretário municipal de Trânsito de Cuiabá, Edivá Alves, os diretores do Detran, Carlos Miranda, Carlos Santana e Eugênio Destri, entre outras autoridades.
Fonte: Detran/MT
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Cuiabá, (por enquanto) sinal fechado...
Nada como ter vivido na Cidade Verde dos anos 60 e 70 e viver na Cuiabá de hoje. São duas cidades distintas: a primeira, mesmo que diminuta e reduzida a funções administrativas, era o sinônimo da elegância e da gentileza. Éramos insuperáveis no bem recepcionar. Fonte: Midia News
Claro que, pela pequenez, todos nos conhecíamos. Ou pelo Cine Tropical, ou pela Praça Alencastro, ou pelo Dutrinha ou pela Matriz ou (o que é mais provável) por tudo isso junto. A segunda, imensa, quase cosmopolita, é um complexo socioeconômico mais dinâmico do Estado.
Agrega valores e culturas tão ricamente díspares que beira à incompreensão. Em sua magnitude, traz consigo diversos extremos, tanto sociais, como estruturais. Dentre eles o trânsito; ou melhor, o não-trânsito. Explicar o porquê do caos que assola as ruas e avenidas de Cuiabá não é nenhum mistério. Décadas e décadas sem um plano diretor, cidade quase tricentenária, não planejada e, portanto, ruas estreitas, somam-se a isso um transporte coletivo precário (aliás, só anda de ônibus quem dele necessita), um crescimento vertiginoso no número de veículos, sinalização insuficiente ou inexistente.
O que existe é ineficiente por causa de tecnologia ultrapassada e a inexistência de política pública de educação para o trânsito, um dos fatores mais importantes. Todas essas constatações estão no limiar do óbvio; porém, necessárias para ilustramos nossa triste realidade.
Historicamente, uma coisa foi e é inevitável: o processo de rápida urbanização da sociedade brasileira, por várias razões, provocou, e provoca o "inchaço" das cidades pólos e das capitais, inclusive em Cuiabá.
Então, diante de um fenômeno incontrolável, é preciso pensar em meios e modos para conviver com o fato, preservando um mínimo de qualidade de vida. Ou seja, é necessário ampliar as estruturas públicas e privadas para se dar vazão ao incontido número de veículos circulando nas vias urbanas cuiabanas (ou melhor no Aglomerado Urbano Cuiabá/Várzea).
Há soluções, algumas delas de sabor amargo; outras, nem tanto. O importante é que elas existem e nós, agentes sociais temos que discuti-las e, posteriormente, implementá-las sob pena da cidade literalmente parar.
Alguns podem dizer que as intervenções que acontecerão para a Copa do Mundo resolverão o problema. Não creio nisso, penso que podem minimizá-lo; todavia, não serão três ou quatro túneis e elevados a salvação do trânsito cuiabano. O problema é ainda mais crônico. É preciso pensar a cidade como um todo e para os próximos cinquenta anos.
A Avenida Professora Édna Affi (mais conhecida como Avenida das Torres), da gestão do ex-prefeito Wilson Santos, melhorou significativamente o trânsito na região sul da cidade, mas infelizmente a nova Perimetral (Rodoanel) não foi concluída. Ela seria responsável pelo desvio do tráfego de veículos pesados de parte do perímetro urbano, além de redesenhar os limites da cidade.
Como se pode perceber, algumas medidas foram tomadas, inclusive a duplicação da rodovia Emanuel Pinheiro (estrada da Chapada do Guimarães) por parte do Governo do Estado, claro que todas aquém do necessário. Mas se fez alguma coisa, mesmo que sem a comunicação ideal entre Município e Estado.
O rodízio entrou em debate como uma solução nos últimos dias.
Particularmente, acredito que o sistema ainda não tem aplicação em Cuiabá, não é para tanto, mas também não é nenhum delírio pensar e discutir. O momento do nosso trânsito fomenta essa busca por caminhos, é natural.
Mas, voltemos às eventuais soluções: 1- regulamentar e fiscalizar o transporte alternativo exigindo qualidade e conforto para os usuários. 2- modernizar o controle de tráfego com tecnologia de ponta, como sinais sincronizados e câmeras de monitoramento nos principais corredores de escoamento. 3- fazer campanhas educativas, isso é fundamental, mesmo que mais trabalhosas dão mais resultados que a indústria das multas. 6-criar corredores expressos, alguns já previstos para 2014. 7- multar intensamente os que fecham cruzamentos param em filas duplas etc.
Estamos em uma encruzilhada: ou a faixa cidadã ou a barbárie; ou a educação no trânsito ou o caos. Há bastantes problemas e só não nos é permitida a omissão. Assim como parlamentar, como cidadão e, acima de tudo, como cuiabano é que trago o problema, apresento eventuais soluções e convido aos que sonham com sinais verdes a se engajarem nessa luta por um trânsito mais humano.
GUILHERME MALUF é médico e deputado estadual pelo PSDB.
Mesas do Bar do Jorge e Cabeça de Boi são recolhidas; carros multados


De acordo com a SMTU, os bares “Cabeça de Boi”, “Vermelhinho” e “Bar do Jorge” já haviam sido autuados duas vezes pela Secretaria por conta das mesas irregulares nas calçadas e pelo barulho. “Já havíamos autuados duas vezes, e avisamos que esse seria o procedimento caso a situação não fosse regularizada”, afirmou um agente de trânsito que participou da operação.
Os policiais fecharam a rua impedindo que os carros estacionados à beira da calçada saíssem. Os veículos foram multados por estarem estacionados em local irregular. De acordo com a PM, a operação foi para combater o uso irregular do espaço público, tanto pelas mesas quanto pelos carros.
Quando os policiais chegaram e fecharam a rua, o movimento já no local estava intenso. Os clientes que lotavam as calçadas tiveram de se retirar para as mesas serem recolhidas. E os muitos motoristas que estavam chegando no local tiveram que desviar. O transito ficou lento no perímetro.
Dos três bares da rua, apenas o “Vermelhinho”, localizado na esquina, não teve as mesas recolhidas porque ainda não havia aberto as portas. Mas de acordo com os policiais, o bar, apesar das duas notificações, segue mantendo as irregularidades.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Desrespeito ás vagas especiais
Estacionamento sobre a calçada

Veículos estacionados irregularmente sobre as calçadas de Cuiabá, esse é um mal que a prefeitura precisa combater com rigor. Já é feito mas precisa ser intensificado. Outro fator importante seria o apoio da mídia. Precisamos acabar com esse mal hábito do cuiabano de utilizar a calçada como estacionamento.sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Obstaculização da via
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Motociclistas imprudentes
Imagem como esta acima, infelizmente, é corriqueiro em Cuiabá. Um veículo do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) socorrendo um motociclista que foi vítima de acidente de trânsito.
A maioria dos atendimentos a vítimas de acidentes de trânsito no pronto socorro municipal de Cuiabá, se dá a condutores e passageiros de motocicletas, como também a maioria dos leitos de UTI e pacientes com traumatismo craniano, são ocupados por motociclistas.
Isso é fruto da imprudência e irresponsabilidade dos motociclistas (ou seriam motoqueiros?) que arriscam a vida ao desrespeitar as leis de trânsito. A maioria corre muito, faz zigue zague entre os carros, avança semáforo no vermelho, pula canteiro central, transita na calçada, entre tantas irregularidades.
São motoboys, moto-taxistas e também aqueles que utilizam a moto como meio de transporte. O que fazer para que isso não aconteça? Começar por preparar melhor os condutores, pois nas auto escolas só se ensina a passar no teste do Detran, nada mais.
Para os condutores já viciados em infrações, cabe ao órgão de trânsito fiscalizar e aplicar penalidades severas como multa e suspensão do direito de dirigir, pois só assim, 'pesando' no bolso os infratores aprendem.
Outro agente importantíssimo seria a fiscalização eletrônica no trânsito, coibindo o excesso de velocidade e o avanço de sinal vermelho. Na verdade, bastava conscientização. Mas, infelizmente, isso parece o mais difícil...
sábado, 8 de janeiro de 2011
A favor
A fiscalização feita por agentes ou equipamentos eletrônicos não seria necessária se motoristas e motociclistas respeitassem as leis de trânsito. Mas, todos nós sabemos muito bem que não é isso o que acontece. Diariamente presenciamos as mais absurdas transgressões cometidas por quem está à frente de um volante ou em cima de uma motocicleta.
Considero o argumento usado por àqueles que são contra os radares eletrônicos de que faltam campanhas educativas uma apelação. Qual motorista ou motociclista que não conhece seus direitos e deveres ou as regras básicas da boa convivência no trânsito?
Conhecem, mas furam o sinal vermelho, dirigem em alta velocidade, não usa o cinto de segurança, falam ao celular, dirigem embriagados, estacionam em locais proibidos como em vagas reservadas para idosos, deficientes ou em calçadas, que deveriam ficar livres para a passagem dos pedestres.
Indústria de multa? Infelizmente, a educação no trânsito só tem se manifestado quando o motorista é multado, quando mexem com o seu bolso.
Os que são contra poderiam até sugerir (ao invés de ficar só reclamando) que as multas fossem convertidas em prestação de trabalho social na área do trânsito. Ou seja, o infrator seria penalizado contribuindo com ações educativas como as que são desenvolvidas pelos “Sombras”, que ficam nas esquinas centrais relembrando aos motoristas para usar o cinto de segurança.
Mas, volto a dizer que os radares não seriam necessários se cada cidadão que dirige respeitasse os limites de velocidade estabelecidos para cada via da cidade. Também não seriam necessários os semáforos ou incontáveis quebra-molas, que muitas vezes são construídos irregularmente pela própria comunidade a fim de coibir os excessos cometidos nas estradas.
Em Cuiabá, os radares eletrônicos são necessários para garantir a segurança das pessoas no trânsito já que os condutores são imprudentes, não têm amor a própria vida muito menos a de um desconhecido.
JOANICE DE DEUS é repórter
Fonte: Jornal Diário de Cuiabá [edição 12905 de 08/01/2011]
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Manso: de olho na Copa, empresa quer impulsionar turismo
Com um cenário fantástico e brilhando como um litoral bem pertinho de Cuiabá, o Lago de Manso deixou de ser um ponto turístico reservado para figurões e milionários que habitam condomínios de luxo no local. Agora é possível para o cidadão comum, conhecer o lago e curtir a recente maravilha do turismo mato-grossense. É o que anuncia a empresa Aqua House Manso, que, já de olho na Copa do Mundo de 2014, iniciou um negócio pioneiro no lago: o acesso ao cidadão comum a um passeio embarcado em chalana com direito a travessia do lago, parada em ilha, churrasco e um dia inesquecível. A Copa do Mundo de 2014 foi a inspiração para o empresário Ivan Rogério Lavoratti que tem em mente abrir espaço para o turista comum, oferecendo bem mais do que contemplação panorâmica. “Os turistas agora podem fazer seus passeios de barco e chalana com a família conhecendo todo o lago, algumas ilhas e ainda saboreando um bom churrasco”, afirma Ivan Rogério, explicando que os passeios náuticos são possíveis de quarta-feira a domingo, com reservas de pacotes.
Uma das ideias do empresário é impulsionar o turismo no Lago de Manso. “O lago é um excelente ponto turístico muito pouco explorado pela população cuiabana. Existe um mito de que apenas proprietários de casas e ricos aproveitam o local. E é um mito que precisa ser quebrado, pois agora é possível para qualquer pessoa, conhecer o local”, afirma Rogério Lavoratti que também vende a consciência de que é preciso preservar o local e, dessa forma, exige total respeito ao meio ambiente.
Uma chalana, por exemplo, pode acomodar até 40 pessoas em uma embarcação com equipamentos de segurança, mesas, redes, bar e sanitários. O passeio começa por volta das 9 horas e termina antes das 16 horas para que os turistas possam retornar ainda durante o dia, em tempo de evitar trânsito noturno na rodovia. Os interessados em passeio de barco pelo lago de Manso, devem agendar a visita com a Aqua House – fones (65) 8118-1789, 8121-1251 e 3685-1330. Mais informações através do site da Aqua House, pelo endereço: www.aquahousemanso.com.br.
Localizado a cerca de 100 quilômetros da capital, Manso, com suas águas azuis, se transformou em outro pólo turístico em potencial. Bem pertinho de Cuiabá, o turista já pode sentir um gostinho de “litoral” apreciando bela paisagem. O local deverá ser preparado em 2014 para receber turistas em massa, durante o período da Copa do Mundo de 2014. Junto com a Chapada dos Guimarães, Pantanal Mato-grossense e Nobres, Manso é uma das maravilhas do turismo nas proximidades da capital.
Em entrevista ao Copa no Pantanal, o empresário Ivan Rogério fala de seu plano de impulsionar o turismo no Lago de Manso, seus projetos e como surgiu a ideia de abrir o lago para turistas comuns. Confira a íntegra da entrevista:
Copa no Pantanal: Você é pioneiro em um negócio diferente no Lago de Manso. Como surgiu a ideia de criar o Áqua House?
Ivan Rogério Lavoratti: Trabalhei muitos anos no ramo de automóveis usados, sabendo que algum dia, mudaria de ramo, então passei cerca de 5 anos analizando um novo investimento e optei pelo Lago de Manso, para favorecer aos visitantes que não possuem embarcação, o prazer de desfrutar do local também.
CP: Quais são os objetivos de seu negócio?
IRL: Me estabilizar futuramente, crescer e fazer com que mais e mais pessoas conheçam e passem a divulgar o lago.
CP: Por que decidiu investir no lago?
IRL: Primeiro porque foi amor à primeira vista. Quando visitei o lago pela primeira vez, comentei com as pessoas que estavam comigo: aqui será meu próximo investimento. O lago é uma região muito promissora e não há dinheiro que pague a tranquilidade e a beleza que o lago oferece.
CP: Esse investimento, era só o que faltava para o lago?
IRL: Não. Ainda faltam muitos outros tipos de investimento, por exemplo, um bom hotel, bons restaurantes. Mas o meu negócio é ótimo e única opção.
CP: E qual é seu público alvo?
IRL: Geral. Todas as pessoas que não possuem embarcação e desejam conhecer o lago, a preço acessível. Pretendemos fazer parcerias com escolas, agências de viagens, concessionárias de automóveis, pousadas da região e público que quer um evento ou festa diferente a bordo de uma excelente embarcação.
CP: Acha que seu negócio pode fomentar mais turismo para a região?
IRL: Tenho certeza. Porque existem pessoas que vão só para fazer o passeio, mas tem aqueles que têm interesse em pousar na região, desfrutar de bares e restaurantes, postos de combustiveis, mercado e por ai adiante. Ainda falta muita coisa.
CP: O que você oferece com seus barcos e chalana? E como funciona o negócio?
IRL: No barco e na lancha, somente passeio, já na chalana, além de ser uma embarcação para passeio, ela também é locada para pequenas festas ou reuniões aniversário, confraternização, mas nosso foco realmente é fechar pacotes.
CP: Este já é um investimento visando a Copa do Mundo?
IRL: Sim. Começamos bem antes, para que possamos nos preparar para Copa de 2014. Mas, primeiro queremos divulgar para as pessoas da região e do Estado, pois elas conhecendo, saberão o que oferecer para visitantes e turistas.
CP: E quanto ao turismo em Mato Grosso. O que está faltando para deslanchar?
IRL: Mais incentivo. No caso do lago, as pessoas deveriam divulgar mais. Quanto ao turismo mato-grossense, vejo a necessidade de parcerias com órgãos estaduais e prefeituras, linhas de crédito, capacitação e infraestrutura.
CP: Tem outros planos para o Aqua House? quais?
IRL: Adquirimos há poucos dias uma ilha próxima à usina, o que já faz parte do roteiro do passeio. Pretendemos implantar ao seu redor, área para banho, minizoo, restaurante, bosque e área de camping, entre outros espaços. A Aqua House veio para ficar. Convido a população cuiabana para conhecer e divulgar o lago de Manso, uma ótima opção de lazer e um colírio para os olhos.
A Aqua House
A Aqua House trabalha de quarta-feira a domingo. A locação de barco para pequenos passeios custa R$ 250,00 a hora. A capacidade é de até cinco pessoas. As locações são para no mínimo duas horas, já incluindo combustível e piloto. O passeio de lancha custa R$ 350,00 a hora, também incluso piloto e combustível.
A chalana que é o principal atrativo oferece um passeio de cinco horas, saindo do Porto de Primavera, no sentido Usina, passando pela ilha Aqua House, seguindo até o Morro do Chapéu com parada para banho e retorno. Se o pacote for completo para 40 pessoas, o almoço será oferecido como cortesia pela Aqua House. A bordo da embarcação, somente as bebidas são pagas à parte.
Em caso de locação para eventos (R$ 1.000,00 a diária), para até 25 pessoas, a Aqua House disponibiliza refeições e bebidas. O passeio custa R$ 100,00 por pessoa. Criança de até sete anos não paga. A chalana está equipada freezer, fogão industrial, churrasqueira, WC masculino e feminino, chuveiros, local para armação de redes, espaço para barracas. As reservas podem ser feitas através do site www.aquahousemanso.com.br ou fones (65) 8118-1789 e 8121-1251.
Mais sobre o Lago de Manso
Com 42 mil hectares e milhões de metros cúbicos de água, o lago é hoje uma das atrações turísticas que mais crescem em Mato Grosso. O local tem uma beleza indescritível e conta com uma área ampla própria para passeios e prática de esportes aquáticos como o jet ski, pesca e o wakeboard.
O cenário de Manso com morros, serras e até uma praia é ideal para um bom passeio de barco e lazer aos finais de semana. A imensidão do lago – uma vez e meia o tamanho da Baía da Guanabara – traz a seus visitantes um bem-estar e a sensação de estar abraçado pela natureza.
Fonte: Copa no Pantanal
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Moto taxistas terão curso de formação para transporte de passageiros

Começou nesta segunda-feira (25-10) o curso de Formação para Profissionais em Transporte de Passageiros - Mototaxistas. Este curso será dividido em quatro turmas, as duas primeiras no período de
O curso será realizado no auditório da SMTU, Rua 13 de Junho 1289 Porto, e a lista com os nomes dos que farão o curso esta no SITE da prefeitura, na pagina da SMTU, na coluna da esquerda, no ícone COMUNICADO MOTOTAXI.
O curso para formação de mototaxistas terá carga horária de 10 horas assim distribuídas: Legislação - Aspectos gerais, duas horas; Legislação - aspectos Especiais (moto taxistas), duas horas; Cidadania e Comportamento, duas horas; Pilotagem Defensiva, duas horas; Regulamentação do Serviço – decreto 4.897/2010, duas horas.
Este curso faz parte da regulamentação da profissão em Cuiabá, cujo processo começou em meados deste ano. Numa primeira fase foi feito um cadastro prévio que estimou em 600 o número de pessoas que atuavam na capital explorando o serviço de mototáxi. Posteriormente, foi solicitado aos profissionais cadastrados a apresentação de documentação pessoal, nada consta criminal, documento veicular etc.
Nesta fase, 200 profissionais apresentaram a documentação completa em ordem e no prazo, e tiveram seus nomes aprovados para participarem da fase de formação teórica, que será seguida ainda de vistoria veicular das motos e posterior expedição do alvará.
“O curso é previsto no decreto 4.987 de 30/03/2010, sendo este um dos requisitos para adesão ao termo de credenciamento e permissão para atuar na formalidade conforme reza a lei”, declarou o secretario da SMTU Edivá Alves.
Outras Informações:
Diretoria de transportes 3315 4213
Da Assessoria – SMTU/Cléverson Brandão
3315 4229 – 8448 8531
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
IPVA deve ser mais barato em 2011, estima Sefaz

O IPVA é calculado sobre o valor médio de mercado dos veículos usados, normalmente com base no mês de setembro do ano anterior, de acordo com levantamento feito pela Fipe. Se a tendência se confirmar, a redução do imposto deve ser de 9%, em média.
Em 2010, o IPVA também foi menor, na comparação com o ano anterior. A queda do valor do imposto foi influenciada pela redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI) para carros novos, o que derrubou o preço dos veículos usados.
Segundo o secretário de Fazenda de Mato Grosso, Edmilson José dos Santos, a medida, adotada pelo governo federal para minimizar os efeitos da crise econômica, ainda vigorava em setembro de 2009.
VEÍCULOS NOVOS
Os veículos novos adquiridos em concessionárias do Estado por cidadãos domiciliados em Mato Grosso têm o benefício da isenção do IPVA no exercício em que o bem foi adquirido, desde que permaneçam registrados no Estado pelos dois anos seguintes ao da compra. “Mesmo residindo em Mato Grosso, o contribuinte que compra um veículo zero quilômetro em concessionária de outro Estado não tem direito à isenção. Além disso, tem de pagar o ICMS diferencial de alíquota para Mato Grosso”, alerta o secretário Edmilson dos Santos.
DESCONTO
Para o pagamento do IPVA do ano em curso, o Governo do Estado concede desconto de 5%, desde que efetuado até o último dia útil anterior ao dia de vencimento, ou a possibilidade de quitação em três cotas de igual valor, caso seja respeitada a data determinada pelo calendário de vencimento, baseado no final das placas dos veículos.
O calendário de pagamento do imposto para o exercício de 2011 será divulgado entre os meses de novembro e dezembro pela Gerência de Informações do IPVA (GIPVA), da Superintendência de Informações Sobre Outras Receitas (Sior) da Sefaz.
Do total de IPVA arrecadado, 50% são destinados ao Estado e 50% ao município onde estiver licenciado o veículo. Não há uma destinação específica para a utilização desses recursos.
Isenção do IPVA no primeiro emplacamento é prorrogada
O benefício foi instituído em 2003, no primeiro ano da gestão do ex-governador Blairo Maggi, e sua vigência terminaria dia 31 de dezembro de 2010.
Por conta desse benefício, o Estado deixou de arrecadar R$ 37,4 milhões de IPVA em 2009. De janeiro a agosto de 2010, o montante chegou a R$ 33,3 milhões. Contudo, apesar da desoneração do IPVA incidente na aquisição inicial dos veículos, a medida objetiva fomentar o licenciamento de veículos automotores novos em Mato Grosso, de forma a contribuir com a geração de receita decorrente do imposto para o Estado.
Os veículos novos adquiridos em concessionárias do Estado por cidadãos domiciliados em Mato Grosso têm o benefício da isenção do IPVA no exercício em que o bem foi adquirido, desde que permaneçam registrados no Estado pelos dois anos seguintes ao da compra.
O secretário de Estado de Fazenda, Edmilson José dos Santos, explica que, mesmo residindo em Mato Grosso, o contribuinte que compra um veículo zero quilômetro em concessionária de outro Estado não tem direito à isenção. "Além disso, tem de pagar o ICMS diferencial de alíquota para Mato Grosso", salienta.
Em relação aos faturamentos de veículos novos que ocorrerem no mês de dezembro, cuja entrega efetiva somente for realizada no mês de janeiro subsequente, o benefício é observado em relação ao tributo devido no exercício imediatamente posterior.
Caso o contribuinte queira transferir o veículo para outro estado antes de decorrido o prazo de dois anos, deve solicitar a revogação do benefício no portal da Sefaz www.sefaz.mt.gov.br para que os débitos sejam lançados e, somente depois de recolhidos pelo contribuinte, o automóvel seja liberado para transferência.
Fonte: Site Usado Facil
Estado emite mil avisos de cobranças aos maiores devedores de IPVA
Os proprietários de veículos com débitos referentes ao Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) devem efetuar sua regularização o mais rápido possível. A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) iniciou o envio de notificação de cobrança aos maiores devedores do Estado. Passado o período de 30 dias, caso os débitos não sejam liquidados ou parcelados, serão acrescidos com multa de 100% do valor devido. Pelo menos mil contribuintes receberão as cobranças que já somam cerca de R$ 20 milhões.
As cobranças foram emitidas pela Gerência de IPVA da Sefaz, e devem ser intensificadas até o fim deste ano e início de 2011. “Orientamos que os proprietários de veículos com débitos de IPVA procurem a portal da Sefaz (http://www.sefaz.mt.gov.br), e consultem sua situação. Quem possui um carro financiado por leasing, por exemplo, deve ter atenção redobrada, uma vez que a cobrança é encaminhada para o ente financeiro que efetuou o contrato de leasing”, comentou o secretário de Estado de Fazenda, Edmilson José dos Santos.
O gerente de IPVA da Sefaz, Severino Ito, detalhou que todo o proprietário de veículo leasing em débito de IPVA deve procurar regularizar com urgência sua dívida, já que as maiores operadoras deste segmento foram notificadas. “Os veículos são oficialmente das operadoras, dos bancos que os financiam via leasing. Esses proprietários poderão ser surpreendidos quando forem efetuar o pagamento do débito depois do prazo estipulado com a multa de 100% já acrescida”, reforçou Ito.
As cobranças são referentes a débitos de 2005 a 2010. Na prática, quem está em débito já está passível da aplicação de multas. Caso a carta cobrança que é encaminhada via Correios pela modalidade de Aviso de Recebimento (AR) não obtiver sucesso, devido à desatualização do endereço, os débitos serão publicados no Diário Oficial. Passados 30 dias sem a devida liquidação, os valores serão acrescidos de multa de 100%. O endereço para o envio da cobrança é o mesmo informado ao Departamento de Trânsito (DETRAN) no licenciamento do veículo.
É a primeira vez que a Sefaz está emitindo as cobranças de IPVA de forma eletrônica e automática. Isso foi possível graças a instalação do Sistema de Notificação Eletrônica desenvolvido na Gerência de IPVA. A aplicação de multas está prevista no decreto 1977/2000, artigo 26, inciso I, alínea b.
Fonte: Detran/MT
sábado, 11 de setembro de 2010
Por que utilizar a bicicleta como meio de transporte?
By Carlos Kiwi
Estamos vivendo um momento delicado nas grandes cidades. As pessoas precisam começar a rever seus conceitos em relação ao uso do carro. Por mais que as metrópoles estejam planejadas em relação aos automóveis, os centros urbanos não aguentam mais tantos carros.
Para você ter uma ideia, segundo o Detran de São Paulo, em 1904 (ano em que foi criada a Inspetoria de Veículos), existiam apenas 84 automóveis na capital paulista. Já em 1920 esse número cresceu para 5.596 veículos e hoje a cidade de São Paulo possui mais de 6 milhões de carros circulando pelas ruas... é muito carro!

Quero deixar claro que meu objetivo não é “demonizar” o automóvel, mas sim conscientizar a população que a bicicleta é o único meio de transporte privado que não polui, é silencioso e transforma as pessoas e a sociedade. Devemos entender que ter um carro não é a melhor forma de mostrar status e muito menos superioridade sobre os outros. Lembro que o primeiro brinquedo marcante que a maioria das pessoas ganham em sua infância é justamente uma bicicleta ou similar. E com ela ganhamos as ruas e a sensação de liberdade. Algo que (pelo menos no meu caso) nunca esquecemos.
Andar de bicicleta nos dias de hoje é se libertar dessa bolha egoísta que é o carro. É chegar mais rápido aos seus compromissos. É humanizar a relação do cidadão com sua própria cidade. É dar bom dia para as pessoas que você nunca viu na vida e receber um sorriso em troca, é perceber cada detalhe da arquitetura urbana e perceber o quanto de detalhes maravilhosos você deixa de ver quando está dentro de um carro. Andar de bicicleta é torná-lo mais vivo e saudável. É libertar suas endorfinas e se importar com o planeta que vivemos. É começar uma transformação dentro de si e consequentemente das pessoas e da sociedade que te rodeia.
Concordo que abrir mão do seu carro não é tarefa fácil, mas você pode começar aos poucos, andando de bicicleta com os amigos e/ou família nos finais de semana, deixando o carro na garagem pelo menos um dia da semana e alternar a bicicleta e outro tipo de transporte público como o trem e o metrô. E até começar pedalando com os amigos ou grupos de ciclistas, durante a noite. Lembrando que trarei nesse blog muitas informações e dicas de como pedalar em segurança pelas cidades. Mas o primeiro passo (ou pedalada) deve ser aceitar a bicicleta como parte de você...
Bora pedalar... Vale a pena!
Fonte: Blog do Carlos Kiwi
Carlos Kiwi
Publicitário apaixonado (e viciado) em ciclismo, internet e fotografia. Comecei a pedalar pelas ruas de São Paulo aos 15 anos. Curto todas as vertentes da bike, seja de dia ou de noite, faça chuva, sol, frio ou calor, sempre dou um jeito pegar minha "magrela" e sair pelas ruas em busca de vento na cara.
Entre carros, caminhões, ônibus e motos, estou sempre fazendo novos amigos em minhas pedaladas e lutando por mais respeito e oxigênio para aqueles que escolheram esse transporte sensacional, movido por tração humana, como estilo de vida... Bora pedalar!
Textos do blogueiro:
Por que utilizar a bicicleta como meio de transporte?
Uma alternativa viável e saudável para desafogar o trânsito das grandes cidades.
Como se portar (e enfrentar) o trânsito
Dicas de equipamento, compreensão das leis de trânsito e comportamento.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Obras no aeroporto Marechal Rondon devem começar este mês

As obras do Aeroporto Marechal Rondon devem iniciar ainda este mês, foi o que afirmou o diretor de Engenharia e Maio Ambiente da Infraero, Jaime Parreira, à Senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) nesta quinta-feira (05-08) durante reunião sobre a situação das obras do Aeroporto de Várzea Grande.
As obras do chamado “Módulo Operacional” para desembarque de passageiros começam em agosto. Será uma construção breve, ao lado do atual terminal que o aeroporto dispõe e que solucionará o problema do desembarque, que hoje está acima da capacidade e demanda de passageiros.
Este Módulo Operacional, segundo informações da Infraero, vem sendo usado em aeroportos mundiais para solucionar demandas de crescimento, pois tem baixo custo e as obras são rápidas. O prazo para este módulo ficar pronto é de seis meses, ou seja em dezembro deste ano.
Sobre as obras do Terminal de Passageiros, Parreira informou que os projetos já estão prontos e que devem entrar em fase de licitação em breve. O projeto prevê obras de ampliação no estacionamento, no terminal e na área do aeroporto. Serão 13.200m2 de para atende uma demanda de até 2,8 milhões de passageiros por ano. Estão previstas quatro pontes de embarque, que darão conforto aos usuários. A previsão é que as obras do terminal iniciem em julho de 2011 e terminem em julho de 2013, com um orçamento estimado de R$ 87,5 milhões. No entanto, segundo o diretor, há a probabilidade de adiantamento em seis meses, dependendo das negociações que serão feitas nos próximos dias.
A previsão da Infraero é que a demanda de passageiros cresça a cada ano em Mato Grosso. Em 2009, era 1,6 milhão de pessoas por ano. Em 2010, o número subiu para 1,9 milhão de passageiros. Em 2014, na Copa, a previsão é de 2,3 milhões de passageiros. Por isso, as obras são necessárias.
“Fiquei animada, ao saber dessas informações, pois há anos lutamos por essas medidas que são fundamentais para nosso Estado. Lutei muito por isso e acredito que depois de tantas cobranças, tantas reuniões e tantos pedidos, estamos vendo as coisas fluírem”, avaliou a Senadora.
Também esteve presente na reunião o senador Jayme Campos e a secretária de Desenvolvimento do Turismo, Vanice Marques.
Exército pode assumir projeto executivo de obras
O batalhão de engenharia do exército pode ser contratado pela Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária) para concluir o projeto executivo de ampliação do terminal de passageiros do aeroporto de Várzea Grande.
Em reunião em Brasília, nesta quinta-feira (5/8), técnicos da Infraero apresentaram um panorama no qual surgem duas opções para dar continuidade às obras no terminal concluir as obras no Marechal Rondon.
Participaram os senadores Jayme Campos (DEM) e Serys Slhessarenko (PT), além da secretaria estadual de Turismo, Vanice Marques, o presidente da Associação Brasileira de Agência de Turismo de Viagens de MT (Abav-MT), Nilson Marques de Freitas, e o presidente do Sindicato das Empresas de Turismo (Sindetur-MT), Oiran Gutierrez.
Além da utilização do exército, a Infraero sugere a abertura de processo licitatório para contratação de uma empresa privada para dar continuidade ao projeto executivo das obras no terminal de embarque e desembarque.
Seja qual for a opção escolhida pelo Estado, o diretor de engenharia e meio ambiente da Infraero, Jaime Parreira, pediu aos membros da bancada federal de Mato Grosso que exijam agilidade para a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) apresentar a licença ambiental.
Segundo ele, a vantagem da contratação da força militar é a redução do período para execução do projeto, tem do em vista que esta opção dispensa a licitação.
“O exército vai assumir o projeto executivo e concluí-lo em dois meses. A vantagem é que ganharemos seis meses de tempo para acelerar o projeto, que já está 30% adiantado”, explicou.
Jayme Campos manifestou desconfiança em relação à escolha do exército e citou a demora na execução da duplicação de trechos da BR-163 por parte do batalhão de engenharia. “Tem trechos de 25 quilômetros que levaram quatro anos para ser concluídos”, apontou o senador.
Ao exigir atenção da Infraero para o caos no aeroporto de várzea Grande, a senadora Serys destacou a necessidade de urgência para melhoria nas instalações de embarque e desembarque de passageiros.
“Não é só por causa da Copa do Mundo de 2014 que Mato Grosso precisa que essas obras sejam aceleradas. A demanda por passageiros já está acima da sua capacidade por causa do desenvolvimento da economia do Estado”, lembrou.
FONTE: 24 Horas News

