quarta-feira, 13 de abril de 2011

Artigo - Os desafios do trânsito em Cuiabá

Segundo o último relatório divulgado pelo Detran/MT, no final do primeiro trimestre de 2011, Cuiabá já conta com uma frota de mais de 290 mil veículos. Em poucos meses chegaremos aos 300 mil veículos, isso contando apenas os licenciados na Capital, fora aqueles de outros municípios e estados que aqui circulam diariamente.

Esse crescente aumento da frota é reflexo da estabilidade financeira e crescimento econômico, que reflete no crescimento das cidades e consequentemente a superlotação das ruas.

A um bom tempo Cuiabá já apresenta problemas sérios no trânsito como lentidão e congestionamentos, transporte coletivo precário com ônibus obsoletos e sempre lotados, motoristas apressados, pedestres desatentos, calçadas sem condição de circulação. Sem contar o problema da falta de vagas de estacionamento nas áreas de comércio e bancos. Esses fatores acabam tornando o trânsito cada vez pior e mais violento.

Some-se a isso a falta de educação e a irresponsabilidade de boa parte dos motoristas, a ausência de fiscalização eletrônica, a pouca fiscalização humana e como resultado teremos o que se vê em nossas ruas e avenidas no dia-a-dia. Um caos! Condutores de automóveis falando ao celular enquanto dirigem, sem cinto de segurança, avançando sinal vermelho sem a menor cerimônia, estacionando sobre calçadas, em vagas especiais de idosos e PNE, sobre as calçadas e canteiros, entre inúmeras outras irregularidades.

A situação é mais grave com os motoqueiros, pois seus veículos, menores e mais ágeis, são também muito mais frágeis. Um pequeno acidente pode deixar seqüelas e até ser fatal.

A pouca instrução e a facilidade em se adquirir a CNH, é responsável pelas barbaridades que presenciamos diariamente nas ruas por parte destes condutores de motocicletas.

São comuns os flagrantes de motoqueiros ‘pulando’ canteiro central, transitando pelas calçadas, avançando sinal vermelho, sem capacete ou com o mesmo mal colocado, transportando crianças sem proteção, crianças menores de sete anos, enfim, uma infinidade de transgressões ao código de trânsito brasileiro.

Resumindo, com o aumento da frota e o conseqüente trânsito caótico e violento, é preciso que haja, através da conscientização, uma mudança de comportamento do motorista. Bem como se faz necessária a ação do poder público, através da aplicação do chamado tripé do trânsito, que é baseado em ações de engenharia, educação e fiscalização, principalmente.

Portanto, torcemos para que a Prefeitura de Cuiabá, através de projetos e estudos técnicos, estude a possibilidade da volta da fiscalização eletrônica. Será a vitória do bom senso na luta contra a impunidade no trânsito.



Silvio Furtado de Mendonça Filho

segunda-feira, 11 de abril de 2011

2014 - Será que vamos perder o bonde da história?


Grandes oportunidades aparecem poucas vezes na vida. Para individuos ou para sociedades a máxima é a mesma: A oportunidade é uma mulher que só tem cabelos na frente da cabeça e é calva pelas costas; só se pode agarrá-la de frente, se passou por você já era!

2014 representa uma janela de oportunidade para o Brasil e para as cidades sede dos jogos da Copa. Uma chance sem par de conseguir recursos para sanar velhas deficiências e de até dar uma guinada na direção da modernidade.

Para Cuiabá o montante de investimentos carreados para sediar a copa é a esperança de mudanças principalmente no malfadado trânsito da capital. Olhe que ainda não chegamos aos escatológicos congestionamentos da grande São Paulo, e isso já é um consolo...

Contudo, as decisões sobre como gastar os recursos que a copa proporciona tem sinalizado que, por aqui, trilharemos os mesmos caminhos da capital paulista com grandes obras de "mobilidade" como túneis, viadutos e trincheiras visando aliviar os congestionamentos que teimam em atazanar a vida do condutor cuiabano.

Essa dita "mobilidade" está sendo pensada aqui apenas para aqueles que possuem um automóvel ou veiculo motorizado. Será que aqueles pobres desassitidos que não podem comprar um carro ou moto, ou que optaram por outra forma de transporte não podem desfrutar da mobilidade?

O plano da agecopa vai na contramão de tudo o que entendemos como mobilidade sustentável. Nossa capital já foi conhecida como a Cidade Verde, título esse que há tempos já não faz jus. Há tempos já não se vê o verde tomando conta da capital, pois além da ação de vândalos que continuamente depredam as mudas que a prefeitura insiste em plantar nos corredores da cidade, agora em nome da modernidade exigida para sediarmos a copa vamos também estreitar calçadas e canteiros centrais para abrigar novas faixas de trânsito, para o BRT e para os carros.

E o pedestre? E onde vamos plantar árvores para amenizar o mítico calor de Cuiabá?

Ah, Alguém ja ouviu falar em alguma obra para o ciclista?

Sustentabilidade é a palavra que define algo que á longo prazo pode ser mantido sem grande despêndio de recursos. O projeto inicial para candidatura á sub-sede do mundial de 2014 previa novos meios de transporte, com um moderno VLT que ligaria Várzea Grande a Cuiabá, movido com energia limpa (biodiesel ou eletricidade), integrando duas cidades que formam uma metrópole, cidades irmãs que compartilham das mazelas do trânsito e dos efeitos desastrosos de uma administração equivocada.

Mas que podem se beneficiar á longo prazo de decisões acertadas a serem tomadas agora, na opção pela mobilidade inclusiva em que ciclistas e pedestres também sejam considerados, em que a cidade seja projetada para abrigar confortávelmente seus habitantes, e , em que os problemas coletivos sejam solucionados pensando coletivamente e não individualmente em um eventual atalho.

Estes investimentos deveriam se prestar a preparar a região para ser o portal de entrada do pantanal e da amazônia realizando assim a vocação do Mato Grosso para o turismo, essa industria que é capaz de dar uso á infraestrutura demandada pelo mundial. Diversificar o modal de transporte, humanizar a cidade, desenvolver potencialidades, poupar o meio ambiente e, também vidas humanas hoje estupidamente perdidas na violência do trânsito.

O problema do trânsito só pode ser resolvido se buscarmos a sua causa. E a causa do caos no trânsito não se encontra nele mesmo. A causa está localizada em decisões obsoletas para o transporte coletivo das massas. Ninguém deseja se locomover de ônibus no Brasil, e, quando digo ninguém não é mera figura de linguagem. Basta ver a debandada dos passageiros do transporte coletivo para as soluções individuais como a motocicleta e os carros, hoje acessíveis em parcelas que cabem no orçamento do povão, reflexo do bom momento do país.

Parece atrativo abandonar o G.O.L. - Grande Ônibus Lotado, ou para muitos G.O.L.F. - Grande Ônibus Lotado e Fedido por um agradável veiculo com cheirinho de novo, sinônimo da libertação do aperto desconfortável, das filas, da incerteza de chegar á tempo que é a marca registrada do BUSÃO.

sábado, 9 de abril de 2011

IN TRANSITU: Carros não têm direito à privacidade

IN TRANSITU: Carros não têm direito à privacidade: "As placas nos veículos são obrigatórias. A lei não autoriza a circulação de veículos sem elas. Em outras palavras, todo mundo que assume usa..."

terça-feira, 22 de março de 2011

Frota brasileira tem aumento de 8,4 %

Dados divulgados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) revelam que a frota brasileira teve aumento de 8,4 % em 2010, totalizando 64.817.974 veículos em todo o país. O estado de São Paulo lidera na quantidade de veículos (20.537.980), seguido por Minas Gerais (7.005.640), Paraná (5.160.354), Rio Grande do Sul (4.808.503) e Rio de Janeiro (4. 489.680).

Os automóveis alcançaram 37.188.341, correspondendo a 57,37% da frota total. Já as motocicletas somam 13.950.448 e são 21,52% da frota nacional.

Na região Norte a frota de motocicletas ultrapassa a de automóveis em cinco estados: Acre, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. No nordeste, Ceará, Maranhão e Piauí também possuem mais motocicletas que automóveis.

Assessoria de Imprensa – Denatran

quinta-feira, 17 de março de 2011

Campanha Trânsito Consciente

Estado lança projeto inédito para acabar com mortes no trânsito


A campanha “Trânsito Consciente” foi lançada nesta terça-feira (15.03), no Salão Nobre 'Secretário Cloves Vettorato', no Palácio Paiaguás, pelo Governo de Mato Grosso. É a primeira vez que o Estado toma a iniciativa de colocar em prática um projeto permanente de redução de acidentes e mortes nas cidades de Mato Grosso.

O lançamento da campanha começou com um vídeo mostrando tragédias noticiadas de acidentes de aviões, terremotos entre outros tipos de catástrofes ou acidentes naturais nos quais milhares de pessoas perdem a vida. Mas do outro lado, o vídeo chama a atenção para um problema social que cresce de forma silenciosa. A morte crescente no trânsito brasileiro.

O Governo gasta por ano cerca de 31 bilhões de reais com acidentes de trânsito no País. Um acidente sem vítima custa em média R$ 3.000,00, já um acidente com mortes chega ao patamar de R$ 144.000,00. Por dia, no País, cerca de 150 pessoas perdem a vida. Neste projeto do Governo do Estado, o objetivo é tirar Mato Grosso do segundo lugar do ranking de mortes no trânsito, segundo dados do Ministério da Justiça.

No lançamento, o piloto de MotoCross, Gilmar Flores, o Joaninha, que é o garoto propaganda da campanha, falou sobre a importância desta iniciativa do Governo do Estado e disse que vai trabalhar nessa parceria para ajudar a diminuir essa estatística negativa do Estado. O presidente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Teodoro Moreira Lopes, o Dóia, disse que a campanha “Trânsito Consciente” é um projeto que tem a coordenação do órgão, mas que se trata de um trabalho macro de Governo do Estado. “Na semana passada, o Ministério da Justiça disse que Mato Grosso está em segundo lugar em número de mortes. Este projeto vai colocar o Estado em último lugar”, comentou Lopes.

E uma das ações já adotadas pelo Detran é o envio esta semana de técnicos, juntamente com oficiais do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário, para o Rio de Janeiro. Lá, eles vão conhecer de perto como funciona o projeto da Lei Seca que é um sucesso na capital fluminense. O Vice-governador Chico Daltro, que representou o Governador Silval Barbosa no lançamento da campanha, disse que esse projeto vai contar com o apoio necessário de todas as secretarias do Estado. Daltro também comentou que o será necessário fazer parcerias com as prefeituras para que a campanha “Trânsito Consciente” tenha sucesso nas cidades do interior do Estado.

Participaram também do lançamento o secretário de Segurança Pública, Diógenes Curado, o comandante Geral da PM, Osmar Lino Farias, o secretário municipal de Trânsito de Cuiabá, Edivá Alves, os diretores do Detran, Carlos Miranda, Carlos Santana e Eugênio Destri, entre outras autoridades.

Fonte: Detran/MT

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Cuiabá, (por enquanto) sinal fechado...

GUILHERME MALUF

Nada como ter vivido na Cidade Verde dos anos 60 e 70 e viver na Cuiabá de hoje. São duas cidades distintas: a primeira, mesmo que diminuta e reduzida a funções administrativas, era o sinônimo da elegância e da gentileza. Éramos insuperáveis no bem recepcionar.

Claro que, pela pequenez, todos nos conhecíamos. Ou pelo Cine Tropical, ou pela Praça Alencastro, ou pelo Dutrinha ou pela Matriz ou (o que é mais provável) por tudo isso junto. A segunda, imensa, quase cosmopolita, é um complexo socioeconômico mais dinâmico do Estado.

Agrega valores e culturas tão ricamente díspares que beira à incompreensão. Em sua magnitude, traz consigo diversos extremos, tanto sociais, como estruturais. Dentre eles o trânsito; ou melhor, o não-trânsito. Explicar o porquê do caos que assola as ruas e avenidas de Cuiabá não é nenhum mistério. Décadas e décadas sem um plano diretor, cidade quase tricentenária, não planejada e, portanto, ruas estreitas, somam-se a isso um transporte coletivo precário (aliás, só anda de ônibus quem dele necessita), um crescimento vertiginoso no número de veículos, sinalização insuficiente ou inexistente.

O que existe é ineficiente por causa de tecnologia ultrapassada e a inexistência de política pública de educação para o trânsito, um dos fatores mais importantes. Todas essas constatações estão no limiar do óbvio; porém, necessárias para ilustramos nossa triste realidade.

Historicamente, uma coisa foi e é inevitável: o processo de rápida urbanização da sociedade brasileira, por várias razões, provocou, e provoca o "inchaço" das cidades pólos e das capitais, inclusive em Cuiabá.

Então, diante de um fenômeno incontrolável, é preciso pensar em meios e modos para conviver com o fato, preservando um mínimo de qualidade de vida. Ou seja, é necessário ampliar as estruturas públicas e privadas para se dar vazão ao incontido número de veículos circulando nas vias urbanas cuiabanas (ou melhor no Aglomerado Urbano Cuiabá/Várzea).

Há soluções, algumas delas de sabor amargo; outras, nem tanto. O importante é que elas existem e nós, agentes sociais temos que discuti-las e, posteriormente, implementá-las sob pena da cidade literalmente parar.

Alguns podem dizer que as intervenções que acontecerão para a Copa do Mundo resolverão o problema. Não creio nisso, penso que podem minimizá-lo; todavia, não serão três ou quatro túneis e elevados a salvação do trânsito cuiabano. O problema é ainda mais crônico. É preciso pensar a cidade como um todo e para os próximos cinquenta anos.

A Avenida Professora Édna Affi (mais conhecida como Avenida das Torres), da gestão do ex-prefeito Wilson Santos, melhorou significativamente o trânsito na região sul da cidade, mas infelizmente a nova Perimetral (Rodoanel) não foi concluída. Ela seria responsável pelo desvio do tráfego de veículos pesados de parte do perímetro urbano, além de redesenhar os limites da cidade.

Como se pode perceber, algumas medidas foram tomadas, inclusive a duplicação da rodovia Emanuel Pinheiro (estrada da Chapada do Guimarães) por parte do Governo do Estado, claro que todas aquém do necessário. Mas se fez alguma coisa, mesmo que sem a comunicação ideal entre Município e Estado.

O rodízio entrou em debate como uma solução nos últimos dias.

Particularmente, acredito que o sistema ainda não tem aplicação em Cuiabá, não é para tanto, mas também não é nenhum delírio pensar e discutir. O momento do nosso trânsito fomenta essa busca por caminhos, é natural.

Mas, voltemos às eventuais soluções: 1- regulamentar e fiscalizar o transporte alternativo exigindo qualidade e conforto para os usuários. 2- modernizar o controle de tráfego com tecnologia de ponta, como sinais sincronizados e câmeras de monitoramento nos principais corredores de escoamento. 3- fazer campanhas educativas, isso é fundamental, mesmo que mais trabalhosas dão mais resultados que a indústria das multas. 6-criar corredores expressos, alguns já previstos para 2014. 7- multar intensamente os que fecham cruzamentos param em filas duplas etc.

Estamos em uma encruzilhada: ou a faixa cidadã ou a barbárie; ou a educação no trânsito ou o caos. Há bastantes problemas e só não nos é permitida a omissão. Assim como parlamentar, como cidadão e, acima de tudo, como cuiabano é que trago o problema, apresento eventuais soluções e convido aos que sonham com sinais verdes a se engajarem nessa luta por um trânsito mais humano.


GUILHERME MALUF é médico e deputado estadual pelo PSDB.

Fonte: Midia News

Mesas do Bar do Jorge e Cabeça de Boi são recolhidas; carros multados



A festa acabou. Uma ação conjunta entre a Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Transito e Transportes (SMTU) recolheu as mesas dos bares de um dos pontos mais movimentados da capital, a rua Teófilo Ribeiro Arruda, bairro Duque de Caxias.

De acordo com a SMTU, os bares “Cabeça de Boi”, “Vermelhinho” e “Bar do Jorge” já haviam sido autuados duas vezes pela Secretaria por conta das mesas irregulares nas calçadas e pelo barulho. “Já havíamos autuados duas vezes, e avisamos que esse seria o procedimento caso a situação não fosse regularizada”, afirmou um agente de trânsito que participou da operação.

Os policiais fecharam a rua impedindo que os carros estacionados à beira da calçada saíssem. Os veículos foram multados por estarem estacionados em local irregular. De acordo com a PM, a operação foi para combater o uso irregular do espaço público, tanto pelas mesas quanto pelos carros.

Quando os policiais chegaram e fecharam a rua, o movimento já no local estava intenso. Os clientes que lotavam as calçadas tiveram de se retirar para as mesas serem recolhidas. E os muitos motoristas que estavam chegando no local tiveram que desviar. O transito ficou lento no perímetro.

Dos três bares da rua, apenas o “Vermelhinho”, localizado na esquina, não teve as mesas recolhidas porque ainda não havia aberto as portas. Mas de acordo com os policiais, o bar, apesar das duas notificações, segue mantendo as irregularidades.


Fonte: Olhar Direto

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Desrespeito ás vagas especiais

Esta vaga reservada a estacionamento de idoso fica em frente ao DNIT e á SMTU e mesmo assim é ocupada, com frequência, irregularmente por motoristas jovens.

Parabéns ao fiscal de trânsito que está autuando o motorista infrator.

Estacionamento sobre a calçada


Veículos estacionados irregularmente sobre as calçadas de Cuiabá, esse é um mal que a prefeitura precisa combater com rigor. Já é feito mas precisa ser intensificado. Outro fator importante seria o apoio da mídia. Precisamos acabar com esse mal hábito do cuiabano de utilizar a calçada como estacionamento.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Obstaculização da via


Diariamente, entre as 18:00 hs e 19:00 hs, este treiler adaptado para uma lanchonete, atrapalha a fluidez do trânsito na Av. Historiador Rubens de Mendonça, em frente ao Edifício Cuiabá Work Center. Ocorre que o proprietário chega com o treiler e como a vaga que ele 'estaciona' a 'lanchonete ambulante' ainda está ocupada por algum outro veículo, deixa o referido treiler na pista da direita durante todo o horário de pico do trânsito cuiabano, ou seja, no início da noite. Trânsito lento, estressante, motoristas businando, reclamando, e o treiler lá, bem tranquilo aguardando a vaguinha de sempre. São meses, senão anos que essa situação se repete, dia após dia... E porquê será que o poder público não agiu até agora? A prefeitura não pode ser conivente com a situação. Tem que notificar, autuar e se preciso apreender esse veículo que tanto transtorno causa ao trânsito.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Motociclistas imprudentes

Veículo do SAMU atendendo a motociclista vítima de acidente na Av. Rubens de Mendonça, póximo ao Monumento Ulisses Guimarães.


Imagem como esta acima, infelizmente, é corriqueiro em Cuiabá. Um veículo do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) socorrendo um motociclista que foi vítima de acidente de trânsito.

A maioria dos atendimentos a vítimas de acidentes de trânsito no pronto socorro municipal de Cuiabá, se dá a condutores e passageiros de motocicletas, como também a maioria dos leitos de UTI e pacientes com traumatismo craniano, são ocupados por motociclistas.

Isso é fruto da imprudência e irresponsabilidade dos motociclistas (ou seriam motoqueiros?) que arriscam a vida ao desrespeitar as leis de trânsito. A maioria corre muito, faz zigue zague entre os carros, avança semáforo no vermelho, pula canteiro central, transita na calçada, entre tantas irregularidades.

São motoboys, moto-taxistas e também aqueles que utilizam a moto como meio de transporte. O que fazer para que isso não aconteça? Começar por preparar melhor os condutores, pois nas auto escolas só se ensina a passar no teste do Detran, nada mais.

Para os condutores já viciados em infrações, cabe ao órgão de trânsito fiscalizar e aplicar penalidades severas como multa e suspensão do direito de dirigir, pois só assim, 'pesando' no bolso os infratores aprendem.

Outro agente importantíssimo seria a fiscalização eletrônica no trânsito, coibindo o excesso de velocidade e o avanço de sinal vermelho. Na verdade, bastava conscientização. Mas, infelizmente, isso parece o mais difícil...

sábado, 8 de janeiro de 2011

A favor

Sou amplamente a favor de tudo que seja necessário para controlar a velocidade nas vias de Cuiabá ou nas rodovias de Mato Grosso. Quem gosta de correr que pratique automobilismo ou que gosta de voar que vá fazer aviação.

A fiscalização feita por agentes ou equipamentos eletrônicos não seria necessária se motoristas e motociclistas respeitassem as leis de trânsito. Mas, todos nós sabemos muito bem que não é isso o que acontece. Diariamente presenciamos as mais absurdas transgressões cometidas por quem está à frente de um volante ou em cima de uma motocicleta.

Considero o argumento usado por àqueles que são contra os radares eletrônicos de que faltam campanhas educativas uma apelação. Qual motorista ou motociclista que não conhece seus direitos e deveres ou as regras básicas da boa convivência no trânsito?

Conhecem, mas furam o sinal vermelho, dirigem em alta velocidade, não usa o cinto de segurança, falam ao celular, dirigem embriagados, estacionam em locais proibidos como em vagas reservadas para idosos, deficientes ou em calçadas, que deveriam ficar livres para a passagem dos pedestres.

Indústria de multa? Infelizmente, a educação no trânsito só tem se manifestado quando o motorista é multado, quando mexem com o seu bolso.

Os que são contra poderiam até sugerir (ao invés de ficar só reclamando) que as multas fossem convertidas em prestação de trabalho social na área do trânsito. Ou seja, o infrator seria penalizado contribuindo com ações educativas como as que são desenvolvidas pelos “Sombras”, que ficam nas esquinas centrais relembrando aos motoristas para usar o cinto de segurança.

Mas, volto a dizer que os radares não seriam necessários se cada cidadão que dirige respeitasse os limites de velocidade estabelecidos para cada via da cidade. Também não seriam necessários os semáforos ou incontáveis quebra-molas, que muitas vezes são construídos irregularmente pela própria comunidade a fim de coibir os excessos cometidos nas estradas.

Em Cuiabá, os radares eletrônicos são necessários para garantir a segurança das pessoas no trânsito já que os condutores são imprudentes, não têm amor a própria vida muito menos a de um desconhecido.

JOANICE DE DEUS é repórter

Fonte: Jornal Diário de Cuiabá [edição 12905 de 08/01/2011]

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Manso: de olho na Copa, empresa quer impulsionar turismo

Com um cenário fantástico e brilhando como um litoral bem pertinho de Cuiabá, o Lago de Manso deixou de ser um ponto turístico reservado para figurões e milionários que habitam condomínios de luxo no local. Agora é possível para o cidadão comum, conhecer o lago e curtir a recente maravilha do turismo mato-grossense. É o que anuncia a empresa Aqua House Manso, que, já de olho na Copa do Mundo de 2014, iniciou um negócio pioneiro no lago: o acesso ao cidadão comum a um passeio embarcado em chalana com direito a travessia do lago, parada em ilha, churrasco e um dia inesquecível.

A Copa do Mundo de 2014 foi a inspiração para o empresário Ivan Rogério Lavoratti que tem em mente abrir espaço para o turista comum, oferecendo bem mais do que contemplação panorâmica. “Os turistas agora podem fazer seus passeios de barco e chalana com a família conhecendo todo o lago, algumas ilhas e ainda saboreando um bom churrasco”, afirma Ivan Rogério, explicando que os passeios náuticos são possíveis de quarta-feira a domingo, com reservas de pacotes.

Uma das ideias do empresário é impulsionar o turismo no Lago de Manso. “O lago é um excelente ponto turístico muito pouco explorado pela população cuiabana. Existe um mito de que apenas proprietários de casas e ricos aproveitam o local. E é um mito que precisa ser quebrado, pois agora é possível para qualquer pessoa, conhecer o local”, afirma Rogério Lavoratti que também vende a consciência de que é preciso preservar o local e, dessa forma, exige total respeito ao meio ambiente.

Uma chalana, por exemplo, pode acomodar até 40 pessoas em uma embarcação com equipamentos de segurança, mesas, redes, bar e sanitários. O passeio começa por volta das 9 horas e termina antes das 16 horas para que os turistas possam retornar ainda durante o dia, em tempo de evitar trânsito noturno na rodovia. Os interessados em passeio de barco pelo lago de Manso, devem agendar a visita com a Aqua House – fones (65) 8118-1789, 8121-1251 e 3685-1330. Mais informações através do site da Aqua House, pelo endereço: www.aquahousemanso.com.br.

Localizado a cerca de 100 quilômetros da capital, Manso, com suas águas azuis, se transformou em outro pólo turístico em potencial. Bem pertinho de Cuiabá, o turista já pode sentir um gostinho de “litoral” apreciando bela paisagem. O local deverá ser preparado em 2014 para receber turistas em massa, durante o período da Copa do Mundo de 2014. Junto com a Chapada dos Guimarães, Pantanal Mato-grossense e Nobres, Manso é uma das maravilhas do turismo nas proximidades da capital.

Em entrevista ao Copa no Pantanal, o empresário Ivan Rogério fala de seu plano de impulsionar o turismo no Lago de Manso, seus projetos e como surgiu a ideia de abrir o lago para turistas comuns. Confira a íntegra da entrevista:

Copa no Pantanal: Você é pioneiro em um negócio diferente no Lago de Manso. Como surgiu a ideia de criar o Áqua House?
Ivan Rogério Lavoratti: Trabalhei muitos anos no ramo de automóveis usados, sabendo que algum dia, mudaria de ramo, então passei cerca de 5 anos analizando um novo investimento e optei pelo Lago de Manso, para favorecer aos visitantes que não possuem embarcação, o prazer de desfrutar do local também.

CP: Quais são os objetivos de seu negócio?
IRL: Me estabilizar futuramente, crescer e fazer com que mais e mais pessoas conheçam e passem a divulgar o lago.

CP: Por que decidiu investir no lago?
IRL: Primeiro porque foi amor à primeira vista. Quando visitei o lago pela primeira vez, comentei com as pessoas que estavam comigo: aqui será meu próximo investimento. O lago é uma região muito promissora e não há dinheiro que pague a tranquilidade e a beleza que o lago oferece.

CP: Esse investimento, era só o que faltava para o lago?
IRL: Não. Ainda faltam muitos outros tipos de investimento, por exemplo, um bom hotel, bons restaurantes. Mas o meu negócio é ótimo e única opção.

CP: E qual é seu público alvo?
IRL: Geral. Todas as pessoas que não possuem embarcação e desejam conhecer o lago, a preço acessível. Pretendemos fazer parcerias com escolas, agências de viagens, concessionárias de automóveis, pousadas da região e público que quer um evento ou festa diferente a bordo de uma excelente embarcação.

CP: Acha que seu negócio pode fomentar mais turismo para a região?
IRL: Tenho certeza. Porque existem pessoas que vão só para fazer o passeio, mas tem aqueles que têm interesse em pousar na região, desfrutar de bares e restaurantes, postos de combustiveis, mercado e por ai adiante. Ainda falta muita coisa.

CP: O que você oferece com seus barcos e chalana? E como funciona o negócio?
IRL: No barco e na lancha, somente passeio, já na chalana, além de ser uma embarcação para passeio, ela também é locada para pequenas festas ou reuniões aniversário, confraternização, mas nosso foco realmente é fechar pacotes.

CP: Este já é um investimento visando a Copa do Mundo?
IRL: Sim. Começamos bem antes, para que possamos nos preparar para Copa de 2014. Mas, primeiro queremos divulgar para as pessoas da região e do Estado, pois elas conhecendo, saberão o que oferecer para visitantes e turistas.

CP: E quanto ao turismo em Mato Grosso. O que está faltando para deslanchar?
IRL: Mais incentivo. No caso do lago, as pessoas deveriam divulgar mais. Quanto ao turismo mato-grossense, vejo a necessidade de parcerias com órgãos estaduais e prefeituras, linhas de crédito, capacitação e infraestrutura.

CP: Tem outros planos para o Aqua House? quais?
IRL: Adquirimos há poucos dias uma ilha próxima à usina, o que já faz parte do roteiro do passeio. Pretendemos implantar ao seu redor, área para banho, minizoo, restaurante, bosque e área de camping, entre outros espaços. A Aqua House veio para ficar. Convido a população cuiabana para conhecer e divulgar o lago de Manso, uma ótima opção de lazer e um colírio para os olhos.

A Aqua House

A Aqua House trabalha de quarta-feira a domingo. A locação de barco para pequenos passeios custa R$ 250,00 a hora. A capacidade é de até cinco pessoas. As locações são para no mínimo duas horas, já incluindo combustível e piloto. O passeio de lancha custa R$ 350,00 a hora, também incluso piloto e combustível.

A chalana que é o principal atrativo oferece um passeio de cinco horas, saindo do Porto de Primavera, no sentido Usina, passando pela ilha Aqua House, seguindo até o Morro do Chapéu com parada para banho e retorno. Se o pacote for completo para 40 pessoas, o almoço será oferecido como cortesia pela Aqua House. A bordo da embarcação, somente as bebidas são pagas à parte.

Em caso de locação para eventos (R$ 1.000,00 a diária), para até 25 pessoas, a Aqua House disponibiliza refeições e bebidas. O passeio custa R$ 100,00 por pessoa. Criança de até sete anos não paga. A chalana está equipada freezer, fogão industrial, churrasqueira, WC masculino e feminino, chuveiros, local para armação de redes, espaço para barracas. As reservas podem ser feitas através do site www.aquahousemanso.com.br ou fones (65) 8118-1789 e 8121-1251.

Mais sobre o Lago de Manso

Com 42 mil hectares e milhões de metros cúbicos de água, o lago é hoje uma das atrações turísticas que mais crescem em Mato Grosso. O local tem uma beleza indescritível e conta com uma área ampla própria para passeios e prática de esportes aquáticos como o jet ski, pesca e o wakeboard.

O cenário de Manso com morros, serras e até uma praia é ideal para um bom passeio de barco e lazer aos finais de semana. A imensidão do lago – uma vez e meia o tamanho da Baía da Guanabara – traz a seus visitantes um bem-estar e a sensação de estar abraçado pela natureza.

Fonte: Copa no Pantanal

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Moto taxistas terão curso de formação para transporte de passageiros


Começou nesta segunda-feira (25-10) o curso de Formação para Profissionais em Transporte de Passageiros - Mototaxistas. Este curso será dividido em quatro turmas, as duas primeiras no período de 25 a 29-10, e as duas seguintes de 08 a 12-11. Uma turma funcionará no período matutino com início às 08h, enquanto que a outra será no período vespertino com início às 14h, ambas com 50 integrantes.

O curso será realizado no auditório da SMTU, Rua 13 de Junho 1289 Porto, e a lista com os nomes dos que farão o curso esta no SITE da prefeitura, na pagina da SMTU, na coluna da esquerda, no ícone COMUNICADO MOTOTAXI.

O curso para formação de mototaxistas terá carga horária de 10 horas assim distribuídas: Legislação - Aspectos gerais, duas horas; Legislação - aspectos Especiais (moto taxistas), duas horas; Cidadania e Comportamento, duas horas; Pilotagem Defensiva, duas horas; Regulamentação do Serviço – decreto 4.897/2010, duas horas.

Este curso faz parte da regulamentação da profissão em Cuiabá, cujo processo começou em meados deste ano. Numa primeira fase foi feito um cadastro prévio que estimou em 600 o número de pessoas que atuavam na capital explorando o serviço de mototáxi. Posteriormente, foi solicitado aos profissionais cadastrados a apresentação de documentação pessoal, nada consta criminal, documento veicular etc.

Nesta fase, 200 profissionais apresentaram a documentação completa em ordem e no prazo, e tiveram seus nomes aprovados para participarem da fase de formação teórica, que será seguida ainda de vistoria veicular das motos e posterior expedição do alvará.

“O curso é previsto no decreto 4.987 de 30/03/2010, sendo este um dos requisitos para adesão ao termo de credenciamento e permissão para atuar na formalidade conforme reza a lei”, declarou o secretario da SMTU Edivá Alves.

Outras Informações:
Diretoria de transportes 3315 4213
Da Assessoria – SMTU/Cléverson Brandão
3315 4229 – 8448 8531

Fonte: Cléverson Brandão - Assessoria SMTU

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

IPVA deve ser mais barato em 2011, estima Sefaz


O Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) deve ser menor em 2011, na comparação com 2010. É o que indica pesquisa feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) sobre os valores venais dos veículos usados no período de julho de 2009 a julho de 2010.

O IPVA é calculado sobre o valor médio de mercado dos veículos usados, normalmente com base no mês de setembro do ano anterior, de acordo com levantamento feito pela Fipe. Se a tendência se confirmar, a redução do imposto deve ser de 9%, em média.

Em 2010, o IPVA também foi menor, na comparação com o ano anterior. A queda do valor do imposto foi influenciada pela redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI) para carros novos, o que derrubou o preço dos veículos usados.

Segundo o secretário de Fazenda de Mato Grosso, Edmilson José dos Santos, a medida, adotada pelo governo federal para minimizar os efeitos da crise econômica, ainda vigorava em setembro de 2009.

VEÍCULOS NOVOS

Os veículos novos adquiridos em concessionárias do Estado por cidadãos domiciliados em Mato Grosso têm o benefício da isenção do IPVA no exercício em que o bem foi adquirido, desde que permaneçam registrados no Estado pelos dois anos seguintes ao da compra. “Mesmo residindo em Mato Grosso, o contribuinte que compra um veículo zero quilômetro em concessionária de outro Estado não tem direito à isenção. Além disso, tem de pagar o ICMS diferencial de alíquota para Mato Grosso”, alerta o secretário Edmilson dos Santos.

DESCONTO

Para o pagamento do IPVA do ano em curso, o Governo do Estado concede desconto de 5%, desde que efetuado até o último dia útil anterior ao dia de vencimento, ou a possibilidade de quitação em três cotas de igual valor, caso seja respeitada a data determinada pelo calendário de vencimento, baseado no final das placas dos veículos.

O calendário de pagamento do imposto para o exercício de 2011 será divulgado entre os meses de novembro e dezembro pela Gerência de Informações do IPVA (GIPVA), da Superintendência de Informações Sobre Outras Receitas (Sior) da Sefaz.

Do total de IPVA arrecadado, 50% são destinados ao Estado e 50% ao município onde estiver licenciado o veículo. Não há uma destinação específica para a utilização desses recursos.

Fonte: Sefaz/MT

Isenção do IPVA no primeiro emplacamento é prorrogada

A Secretaria de Estado de Fazenda Sefaz prorrogou o benefício da isenção do Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores IPVA no primeiro emplacamento para até 31 de dezembro de 2013.

O benefício foi instituído em 2003, no primeiro ano da gestão do ex-governador Blairo Maggi, e sua vigência terminaria dia 31 de dezembro de 2010.

Por conta desse benefício, o Estado deixou de arrecadar R$ 37,4 milhões de IPVA em 2009. De janeiro a agosto de 2010, o montante chegou a R$ 33,3 milhões. Contudo, apesar da desoneração do IPVA incidente na aquisição inicial dos veículos, a medida objetiva fomentar o licenciamento de veículos automotores novos em Mato Grosso, de forma a contribuir com a geração de receita decorrente do imposto para o Estado.

Os veículos novos adquiridos em concessionárias do Estado por cidadãos domiciliados em Mato Grosso têm o benefício da isenção do IPVA no exercício em que o bem foi adquirido, desde que permaneçam registrados no Estado pelos dois anos seguintes ao da compra.

O secretário de Estado de Fazenda, Edmilson José dos Santos, explica que, mesmo residindo em Mato Grosso, o contribuinte que compra um veículo zero quilômetro em concessionária de outro Estado não tem direito à isenção. "Além disso, tem de pagar o ICMS diferencial de alíquota para Mato Grosso", salienta.

Em relação aos faturamentos de veículos novos que ocorrerem no mês de dezembro, cuja entrega efetiva somente for realizada no mês de janeiro subsequente, o benefício é observado em relação ao tributo devido no exercício imediatamente posterior.

Caso o contribuinte queira transferir o veículo para outro estado antes de decorrido o prazo de dois anos, deve solicitar a revogação do benefício no portal da Sefaz www.sefaz.mt.gov.br para que os débitos sejam lançados e, somente depois de recolhidos pelo contribuinte, o automóvel seja liberado para transferência.

Fonte: Site Usado Facil

Estado emite mil avisos de cobranças aos maiores devedores de IPVA

Os proprietários de veículos com débitos referentes ao Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) devem efetuar sua regularização o mais rápido possível. A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) iniciou o envio de notificação de cobrança aos maiores devedores do Estado. Passado o período de 30 dias, caso os débitos não sejam liquidados ou parcelados, serão acrescidos com multa de 100% do valor devido. Pelo menos mil contribuintes receberão as cobranças que já somam cerca de R$ 20 milhões.

As cobranças foram emitidas pela Gerência de IPVA da Sefaz, e devem ser intensificadas até o fim deste ano e início de 2011. “Orientamos que os proprietários de veículos com débitos de IPVA procurem a portal da Sefaz (
http://www.sefaz.mt.gov.br), e consultem sua situação. Quem possui um carro financiado por leasing, por exemplo, deve ter atenção redobrada, uma vez que a cobrança é encaminhada para o ente financeiro que efetuou o contrato de leasing”, comentou o secretário de Estado de Fazenda, Edmilson José dos Santos.

O gerente de IPVA da Sefaz, Severino Ito, detalhou que todo o proprietário de veículo leasing em débito de IPVA deve procurar regularizar com urgência sua dívida, já que as maiores operadoras deste segmento foram notificadas. “Os veículos são oficialmente das operadoras, dos bancos que os financiam via leasing. Esses proprietários poderão ser surpreendidos quando forem efetuar o pagamento do débito depois do prazo estipulado com a multa de 100% já acrescida”, reforçou Ito.

As cobranças são referentes a débitos de 2005 a 2010. Na prática, quem está em débito já está passível da aplicação de multas. Caso a carta cobrança que é encaminhada via Correios pela modalidade de Aviso de Recebimento (AR) não obtiver sucesso, devido à desatualização do endereço, os débitos serão publicados no Diário Oficial. Passados 30 dias sem a devida liquidação, os valores serão acrescidos de multa de 100%. O endereço para o envio da cobrança é o mesmo informado ao Departamento de Trânsito (DETRAN) no licenciamento do veículo.

É a primeira vez que a Sefaz está emitindo as cobranças de IPVA de forma eletrônica e automática. Isso foi possível graças a instalação do Sistema de Notificação Eletrônica desenvolvido na Gerência de IPVA. A aplicação de multas está prevista no decreto 1977/2000, artigo 26, inciso I, alínea b.

Fonte: Detran/MT

sábado, 11 de setembro de 2010

Por que utilizar a bicicleta como meio de transporte?

By Carlos Kiwi

Estamos vivendo um momento delicado nas grandes cidades. As pessoas precisam começar a rever seus conceitos em relação ao uso do carro. Por mais que as metrópoles estejam planejadas em relação aos automóveis, os centros urbanos não aguentam mais tantos carros.

Para você ter uma ideia, segundo o Detran de São Paulo, em 1904 (ano em que foi criada a Inspetoria de Veículos), existiam apenas 84 automóveis na capital paulista. Já em 1920 esse número cresceu para 5.596 veículos e hoje a cidade de São Paulo possui mais de 6 milhões de carros circulando pelas ruas... é muito carro!

Quero deixar claro que meu objetivo não é “demonizar” o automóvel, mas sim conscientizar a população que a bicicleta é o único meio de transporte privado que não polui, é silencioso e transforma as pessoas e a sociedade. Devemos entender que ter um carro não é a melhor forma de mostrar status e muito menos superioridade sobre os outros. Lembro que o primeiro brinquedo marcante que a maioria das pessoas ganham em sua infância é justamente uma bicicleta ou similar. E com ela ganhamos as ruas e a sensação de liberdade. Algo que (pelo menos no meu caso) nunca esquecemos.

Andar de bicicleta nos dias de hoje é se libertar dessa bolha egoísta que é o carro. É chegar mais rápido aos seus compromissos. É humanizar a relação do cidadão com sua própria cidade. É dar bom dia para as pessoas que você nunca viu na vida e receber um sorriso em troca, é perceber cada detalhe da arquitetura urbana e perceber o quanto de detalhes maravilhosos você deixa de ver quando está dentro de um carro. Andar de bicicleta é torná-lo mais vivo e saudável. É libertar suas endorfinas e se importar com o planeta que vivemos. É começar uma transformação dentro de si e consequentemente das pessoas e da sociedade que te rodeia.

Concordo que abrir mão do seu carro não é tarefa fácil, mas você pode começar aos poucos, andando de bicicleta com os amigos e/ou família nos finais de semana, deixando o carro na garagem pelo menos um dia da semana e alternar a bicicleta e outro tipo de transporte público como o trem e o metrô. E até começar pedalando com os amigos ou grupos de ciclistas, durante a noite. Lembrando que trarei nesse blog muitas informações e dicas de como pedalar em segurança pelas cidades. Mas o primeiro passo (ou pedalada) deve ser aceitar a bicicleta como parte de você...

Bora pedalar... Vale a pena!

Fonte: Blog do Carlos Kiwi

Carlos Kiwi

Publicitário apaixonado (e viciado) em ciclismo, internet e fotografia. Comecei a pedalar pelas ruas de São Paulo aos 15 anos. Curto todas as vertentes da bike, seja de dia ou de noite, faça chuva, sol, frio ou calor, sempre dou um jeito pegar minha "magrela" e sair pelas ruas em busca de vento na cara.

Entre carros, caminhões, ônibus e motos, estou sempre fazendo novos amigos em minhas pedaladas e lutando por mais respeito e oxigênio para aqueles que escolheram esse transporte sensacional, movido por tração humana, como estilo de vida... Bora pedalar!

Textos do blogueiro:

Por que utilizar a bicicleta como meio de transporte?
Uma alternativa viável e saudável para desafogar o trânsito das grandes cidades.

Como se portar (e enfrentar) o trânsito
Dicas de equipamento, compreensão das leis de trânsito e comportamento.


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Obras no aeroporto Marechal Rondon devem começar este mês


As obras do Aeroporto Marechal Rondon devem iniciar ainda este mês, foi o que afirmou o diretor de Engenharia e Maio Ambiente da Infraero, Jaime Parreira, à Senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) nesta quinta-feira (05-08) durante reunião sobre a situação das obras do Aeroporto de Várzea Grande.

As obras do chamado “Módulo Operacional” para desembarque de passageiros começam em agosto. Será uma construção breve, ao lado do atual terminal que o aeroporto dispõe e que solucionará o problema do desembarque, que hoje está acima da capacidade e demanda de passageiros.

Este Módulo Operacional, segundo informações da Infraero, vem sendo usado em aeroportos mundiais para solucionar demandas de crescimento, pois tem baixo custo e as obras são rápidas. O prazo para este módulo ficar pronto é de seis meses, ou seja em dezembro deste ano.

Sobre as obras do Terminal de Passageiros, Parreira informou que os projetos já estão prontos e que devem entrar em fase de licitação em breve. O projeto prevê obras de ampliação no estacionamento, no terminal e na área do aeroporto. Serão 13.200m2 de para atende uma demanda de até 2,8 milhões de passageiros por ano. Estão previstas quatro pontes de embarque, que darão conforto aos usuários. A previsão é que as obras do terminal iniciem em julho de 2011 e terminem em julho de 2013, com um orçamento estimado de R$ 87,5 milhões. No entanto, segundo o diretor, há a probabilidade de adiantamento em seis meses, dependendo das negociações que serão feitas nos próximos dias.

A previsão da Infraero é que a demanda de passageiros cresça a cada ano em Mato Grosso. Em 2009, era 1,6 milhão de pessoas por ano. Em 2010, o número subiu para 1,9 milhão de passageiros. Em 2014, na Copa, a previsão é de 2,3 milhões de passageiros. Por isso, as obras são necessárias.

“Fiquei animada, ao saber dessas informações, pois há anos lutamos por essas medidas que são fundamentais para nosso Estado. Lutei muito por isso e acredito que depois de tantas cobranças, tantas reuniões e tantos pedidos, estamos vendo as coisas fluírem”, avaliou a Senadora.

Também esteve presente na reunião o senador Jayme Campos e a secretária de Desenvolvimento do Turismo, Vanice Marques.

Exército pode assumir projeto executivo de obras

O batalhão de engenharia do exército pode ser contratado pela Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária) para concluir o projeto executivo de ampliação do terminal de passageiros do aeroporto de Várzea Grande.

Em reunião em Brasília, nesta quinta-feira (5/8), técnicos da Infraero apresentaram um panorama no qual surgem duas opções para dar continuidade às obras no terminal concluir as obras no Marechal Rondon.

Participaram os senadores Jayme Campos (DEM) e Serys Slhessarenko (PT), além da secretaria estadual de Turismo, Vanice Marques, o presidente da Associação Brasileira de Agência de Turismo de Viagens de MT (Abav-MT), Nilson Marques de Freitas, e o presidente do Sindicato das Empresas de Turismo (Sindetur-MT), Oiran Gutierrez.

Além da utilização do exército, a Infraero sugere a abertura de processo licitatório para contratação de uma empresa privada para dar continuidade ao projeto executivo das obras no terminal de embarque e desembarque.

Seja qual for a opção escolhida pelo Estado, o diretor de engenharia e meio ambiente da Infraero, Jaime Parreira, pediu aos membros da bancada federal de Mato Grosso que exijam agilidade para a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) apresentar a licença ambiental.

Segundo ele, a vantagem da contratação da força militar é a redução do período para execução do projeto, tem do em vista que esta opção dispensa a licitação.

“O exército vai assumir o projeto executivo e concluí-lo em dois meses. A vantagem é que ganharemos seis meses de tempo para acelerar o projeto, que já está 30% adiantado”, explicou.

Jayme Campos manifestou desconfiança em relação à escolha do exército e citou a demora na execução da duplicação de trechos da BR-163 por parte do batalhão de engenharia. “Tem trechos de 25 quilômetros que levaram quatro anos para ser concluídos”, apontou o senador.

Ao exigir atenção da Infraero para o caos no aeroporto de várzea Grande, a senadora Serys destacou a necessidade de urgência para melhoria nas instalações de embarque e desembarque de passageiros.

“Não é só por causa da Copa do Mundo de 2014 que Mato Grosso precisa que essas obras sejam aceleradas. A demanda por passageiros já está acima da sua capacidade por causa do desenvolvimento da economia do Estado”, lembrou.

FONTE: 24 Horas News

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Custo da construção do estádio Verdão será menor


O custo de execução da obra do novo estádio Verdão (Governador José Fragelli) deverá ficar abaixo do previsto na licitação vencida pelo consórcio formado entre as construtoras Santa Bárbara Engenharia S/A e Mendes Júnior Trading e Engenharia S/A. Isso porque o valor total estimado em R$ 342,06 milhões deve baixar com a desoneração de PIS/Cofins, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto sobre Importação (II) de materiais, bens e serviços

Cerca de 1.300 itens são detalhados na proposta original que ganhou a licitação de construção viços utilizados na construção dos estádios de futebol, conforme preconizado na Medida Provisória (MP) 497, publicada ontem (28) no Diário Oficial da União. Segundo informações da diretoria da Agência Estadual de Execução dos Projetos da Copa do Pantanal (Agecopa), uma reunião está agendada para a próxima segunda-feira (2 de agosto), na Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), para detalhar quais serão os produtos e serviços incluídos na renúncia fiscal.

“Essa medida vem em boa hora, mas poderia ter sido aprovada antes da licitação da obra, teria economizado [recurso público]”, opinou o diretor de Orçamento e Finanças da Agecopa, Jefferson de Castro.

SEM NÚMEROS - A assessoria de imprensa do consórcio Santa Bárbara e Mendes Júnior não soube informar à reportagem da Folha do Estado qual o montante poupado na execução da obra diante da nova medida, até o fechamento desta edição. A proposta original apresentada pelo consórcio detalhava custos de 1,3 mil itens. Neste ano, serão economizados R$ 35 milhões com a renúncia fiscal aplicada a todos os estádios que irão sediar a Copa das Confederações em 2013 e a Copa do Mundo em 2014. Até 2014, a renúncia fiscal deve ser de R$ 350 milhões. A medida vigorará de 28 de agosto de 2010 a 30 de junho de 2014.

Outros benefícios - A Medida Provisória editada ontem pelo governo incentiva ainda a exportação, isentando de impostos a importação de matérias-primas que serão usadas na fabricação de produtos destinados ao mercado externo. Além de isentar a importação, a MP permite que os produtos passem a ser vendidos também no Brasil sem prejuízo do exportador.

Fonte: Folha do Estado

Com britador começa nova fase na Arena Multiuso


As obras do novo estádio Verdão vão entrar em sua segunda fase. Já está no canteiro de obras da Arena Multiuso o britador móvel trazido pela empresa Destroy - terceirizada para fazer a demolição - que vai reciclar aproximadamente 20 mil m3 de concreto resultantes da demolição do antigo Verdão. Estes resíduos começam a ser britados nesta sexta-feira, trabalho que deve estar concluído em 60 dias. Segundo o engenheiro Marcelo Oliveira, que supervisiona a obra pela Agecopa, a chegada deste equipamento vai agilizar conclusão do aterro de toda a área onde se situava o gramado e o fosso do antigo estádio.

“A demolição já foi concluída com a remoção da última estrutura de alvenaria, o antigo túnel de acesso ao Verdão. O aterro já está bem adiantado e com o britador poderemos reciclar todo o material de concreto que será reutilizado na formação da sub-base, que precede a implantação das fundações da nova Arena”, disse Oliveira.

O diretor de Infra-estrutura da Agecopa, Carlos Brito, destacou que os princípios de sustentabilidade ambiental que norteiam a maior obra já realizada em Mato Grosso, impõem o reaproveitamento de todo o material na própria obra, necessário para a obtenção da certificação LEED – sistema que atesta as construções ecoeficientes. Esta determinação de fazer uma Arena a partir dos princípios de sustentabilidade ambiental vem sendo aplicada desde o início dos trabalhos.

“Foi assim com a cobertura e a iluminação do Verdão, repassados a outros estádios da Capital e interior, com as ferragens que serão recicladas em uma siderúrgica para recolocação na Arena, com o gramado que foi replantado em três mini-estádios de Cuiabá e até com a terra preta que sustentava o gramado e será usada para o replantio de árvores no entorno da Arena. Agora vamos reaproveitar o concreto britado para ser reutilizado como aterro. Desta forma, economizamos recursos públicos e evitamos qualquer tipo de poluição”, destacou Brito.

Segundo o engenheiro Marcelo Oliveira, este índice de reaproveitamento de materiais é inédito em obras já realizadas em MT. “Estamos tomando todos os cuidados possíveis para garantir esta certificação ambiental, gerando uma Arena verde que obedece a estes requisitos em todas as etapas de sua construção”, finalizou o engenheiro da Agecopa.

Fonte: Assessoria Agecopa Foto: Agecopa

terça-feira, 13 de julho de 2010

Colocação de caçambas terá regras


Em algumas ruas da cidade, os conteiners atrapalham quem tenta andar nas calçadas; em outros pontos, o embaraço se dá para os motoristas na rua

Em pouco mais de 300 metros da rua Cerejas, no Bosque da Saúde, em Cuiabá, três caçambas atrapalham o trânsito de pedestres, que precisam andar pela pista de rolamento. O risco de atropelamentos é grande, já que o movimento de veículos é intenso.

O problema se estende por outros cantos da cidade. Para regularizar a situação, a Prefeitura de Cuiabá elabora uma portaria que vai regulamentar e disciplinar a colocação, transporte e destinação de resíduos da construção civil e volumosos (como galhos de árvores e móveis).

O trabalho faz parte do Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, que envolve as secretarias municipais de Trânsito (SMTU), Meio Ambiente (Smades) e Infra-Estrutura (Seminfe). À SMTU cabe fazer o cadastro das empresas e fiscalizar a colocação das caçambas nas vias públicas. Entre a capital e Várzea Grande, 30 firmas atuam no setor.

Responsável pela implantação do sistema e fiscal da SMTU, Rogério Taques informa que nenhum equipamento ou mercadoria pode ser depositado sem autorização da autoridade de trânsito ou ser colocado em espaço público atrapalhando a passagem de pedestres e motoristas. Essa determinação segue o artigo 245 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). “Já o artigo 246 do Código considera infração de trânsito obstaculizar a via indevidamente”, frisou.

Ele explica que a colocação de caçambas ou containers segue a legislação de trânsito porque está diretamente ligada ao uso do espaço destinado ao fluxo de carros (rua) ou pedestres (calçadas). Na capital, há a Lei Municipal 4957/2007 que disciplina a colocação destes tipos de equipamentos. Mas, há a necessidade de regulamentação, o que será feito com a portaria criando uma ferramenta para fiscalização.

A regra geral determina que a caçamba deve ser colocada dentro do próprio canteiro de obras. Como muitas vezes isso não é possível se permite que coloque na rua desde que ocupe o mesmo espaço de um veículo. Porém, em uma pista de mão-dupla pode atrapalhar todo o trânsito.

“Existe a discussão, em situação excepcional, de se colocar na calçada desde que deixe liberado 1,5 metro para o trânsito do pedestre”, disse Taques reforçando que regras como estas é que se pretendem estabelecer com a portaria, cuja minuta já está pronta.

Para implantação do sistema, segundo Taques, o município tem buscado experiências de outras cidades como Fortaleza, que conta com um sistema interligado, de acordo com a Resolução 248/2007 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que dispõe sobre a autuação, notificação e aplicação de penalidades nos casos de infrações cometidas por pessoas físicas ou jurídicas sem a utilização de veículos, expressamente mencionadas no CTB e estabelece as informações mínimas que deverão constar do Auto de Infração específico.

A perspectiva é que a partir de agosto próximo seja feita uma campanha educativa com abordagem, inclusive, dos motoristas que transportam resíduos para garantir a destinação correta do material. A partir de 1º de setembro, inicie a fiscalização e, havendo irregularidades, emitidos auto de infração. “Vamos atuar e remover não só caçambas, mas mercadorias, cones, cavaletes em vias públicas”, afiançou.

Hoje, conforme Taques, em caso de reclamação ou denúncia a empresa é acionada para providenciar a retirada imediata do equipamento. Se não retira em 24 horas (quando esse prazo é dado) a caçamba é recolhida para o pátio da SMTU.


Fonte: Diário de Cuiabá

Sinalização melhora fluxo de veículos


Prefeitura instalou placas de proibido estacionar ao longo da importante avenida de Cuiabá; nem todos os moradores aprovam a medida

Os motoristas precisam ficar atentos a recentes alterações feitas pela Prefeitura na rua Presidente Marques. Na semana passada, a Secretaria Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) aplicou nova sinalização proibindo o estacionamento de veículos na lateral esquerda da via, uma das mais movimentadas responsáveis por levar o fluxo da região do CPA ao Centro. Embora tenham objetivo de melhorar o fluxo de veículos, as medidas também geram reações negativas.

Com a proibição do estacionamento em uma das faixas, o fluxo na Presidente Marques ganha em pista de rolamento, mas nem todos os moradores consideram a mudança de todo positiva – especialmente os moradores das poucas residências que ainda perduram no local, hoje dominado por comércio e condomínios de classes média e alta.

“Judiaram da gente”, reclama a moradora Ana Maria Fernandes, há 58 anos morando no local. Para ela, as mudanças feitas na sinalização acabaram com um problema para gerar outro.

Ela conta que, antes, os veículos estacionavam dos dois lados da rua e, por isso, o fluxo de veículos ficava restrito a uma faixa só. Assim, em horários como 15h o local já ficava congestionado, mas, pelo menos, moradores como ela ainda tinham onde deixar o carro quando seus portões eram interditados por outros.

Agora, os veículos já não param em frente à casa. Em compensação, moradores com mais de um carro perderam o espaço na rua. Além isso, com a abertura de mais uma pista de rolamento, os motoristas aproveitam para pisar pesado no acelerador, e virou um perigo tentar sair da garagem para levar as crianças na escola.

Alteração semelhante à da Presidente Marques foi implementada poucos dias antes na avenida Marechal Deodoro, paralela. Segundo o diretor de trânsito da SMTU, Dativo Rodrigues, as mudanças feitas nessas duas vias são parte de um projeto de revitalização da sinalização no Centro da cidade que, quando necessário, aplicará alterações das regras, como nos casos das duas já citadas.

Outro reforço será na sinalização da Faixa Verde. São tentativas de melhorar o trânsito em vias importantes, mas mal projetadas. Na Marechal Deodoro, por exemplo, comerciantes e moradores enviaram um abaixo-assinado à Prefeitura por não concordarem com a restrição ao estacionamento em um lado da pista.

Fonte: Diário de Cuiabá

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Buenos Aires cria sistema de delação de infrações pela web


Os motoristas de Buenos Aires começaram a semana mais desconfiados. Qualquer pessoa agora é um guarda de trânsito em potencial e pode multar os infratores com um simples e-mail à prefeitura da capital argentina.

O sistema de denúncias pela internet só exige a foto do carro flagrado em situação irregular e a identificação do "dedo-duro", que pode ser chamado para confirmar as informações.

No primeiro dia, a prefeitura recebeu 99 e-mails e aplicou 35 multas. A maioria era de casos de veículos estacionados irregularmente em cima da calçada.

Grande parte das denúncias foi descartada porque não permitia a identificação da placa do carro ou não continha o nome e número de documento de quem fez a acusação.

O principal objetivo da medida é coibir o estacionamento em fila dupla, o uso irregular de vagas para deficientes físicos e a invasão de faixas de pedestres.

Críticas

Como a denúncia de infrações por cidadãos comuns já era prevista na legislação local, o único trabalho da prefeitura foi divulgar o endereço eletrônico no qual recebe as fotos.

Para a oposição e especialistas, o sistema tenta compensar a incapacidade de fiscalização do órgão de trânsito municipal.

Os críticos também não concordam em exigir a identificação de quem denuncia, porque constrange e pode gerar conflitos, segundo eles.

A administração da capital argentina diz que a iniciativa tenta promover uma mudança cultural, para que os "cidadãos se envolvam na resolução dos problemas da cidade e não deixem tudo na mão do Estado".

O órgão responsável pela fiscalização das via urbanas admite que não tem condições de estar presente em todos os bairros da cidade.

Fonte: Folha.com (publicado em 17/06/10)

Aeroporto Internacional Marechal Rondon


Licitação para a ampliação do aeroporto sai no dia 15

O edital de licitação para ampliação da área de desembarque do Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, será aberto no próximo dia 15. No valor de R$ 2,7 milhões, a reforma é o primeiro passo para a ampliação do terminal aeroportuário visando à Copa do Mundo em 2014.

As obras estão previstas para começar no segundo semestre deste ano e, segundo o superintendente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Sérgio Kennedy, a entrega acontecerá no primeiro semestre de 2011. A expansão do desembarque, atualmente, é um dos pontos emergenciais do aeroporto.

O projeto de ampliação estava previsto para ser executado em novembro de 2008, antes mesmo da escolha de Cuiabá como uma das 12 cidades-sedes da Copa 2014, porém, por problemas relacionados à licitação, foi adiado. "Demos um upgrade [atualização] no projeto e estamos lançando o primeiro passo para melhorar nosso aeroporto, já que, atualmente, o local não comporta a demanda", disse Kennedy, em entrevista ao MidiaNews.

A Infraero ainda prevê, para o próximo ano, a abertura de outro edital, no valor de R$ 85 milhões, para adequação do sistema viário de acesso ao aeroporto, remanejamento da atual área administrativa, instalação de pontes de embarque, reforma e ampliação do atual estacionamento.
No contexto desse edital, previsto para ser lançado no segundo semestre de 2013, segundo Sérgio Kennedy, o terminal estaria preparado para a eventualidade de Cuiabá ser escolhida como uma das sedes da Copa das Confederações. O evento serve de preparativos para o Mundial de 2014, como o diretor de Infraestrutura da Agecopa, Carlos Brito, informou ao site, na semana passada.

"Apesar da entrega oficial prevista para 2013, nosso objetivo é que, até o fim de 2012, o aeroporto esteja pronto. Com certeza, estaremos preparados para receber a Copa das Confederações", afirmou o diretor da Infraero.

Atualmente, o terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Marechal Rondon tem uma área de 5.460 m²; com a ampliação, chegará a 18.550 m². Hoje, a demanda de passageiros chega a 1,4 milhão anualmente; após as obras, a expectativa é de 2,17 milhões. Os dados são da Infraero.

Fonte: MidiaNews